Lei Seca dá início a ações ‘pega-fujão’ contra motoristas que tentam driblar fiscalização

A Secretaria estadual de Governo anunciou um reforço nas fiscalizações da Operação Lei Seca. O número de equipes de vistoria vai dobrar de 15 para 30. Além disso, grupos de agentes vão atuar sem pontos fixos em ações já batizadas de “pega-fujão”.

Serão quatro duplas de policiais em motocicletas, que, diariamente, vão trabalhar nas principais rotas alternativas dos locais onde são montadas as operações. A ideia é surpreender os motoristas que tentam driblar a fiscalização, usando informações de conhecidos ou de aplicativos.

O reforços das blitzes tem o objetivo de reduzir o número de motoristas que dirigem após beber. Um levantamento feito pela Operação Lei Seca mostra que, nos últimos meses, houve aumento do número de pessoas que testaram para alcoolemia ou se recusaram a se submeter ao exame.

A região do Médio Paraíba foi a que apresentou a maior taxa de crescimento nos flagrantes de alcoolemia. Se em 2019 a taxa era de 8,7% de testes positivos, nos primeiros seis meses deste ano o percentual ficou em 25,8%. Na Região Metropolitana do Rio, índice subiu de 4,4% para 11,6%.

— Estamos criando novas estratégias e investindo em educação para reduzir as atuais taxa — disse o tenente-coronel Fábio Pinho, superintendente da Operação Lei Seca.

De acordo com balanço da Operação Lei Seca, as fiscalizações realizadas de janeiro a junho deste ano, já somam 1.737 locais, com abordagem a mais de 172 mil motoristas em todo o Estado do Rio. Um resultado 20% maior do que as ações realizadas em 2019, quando os agentes inspecionaram, nos doze meses, 286 mil condutores em 2.372 operações.

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