Leilão da Cedae deve unir empresas de saneamento e fundos de investimento

Ivan Martinez-Vargas
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SÃO PAULO — O leilão de privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae), agendado para esta sexta-feira, na B3, em São Paulo, vai atrair os principais operadores de saneamento do país.

A tendência, segundo advogados e executivos ouvidos pelo GLOBO, é que as empresas formem consórcios com fundos de investimento para viabilizar suas ofertas, uma vez que as outorgas ficaram bem altos.

O leilão será dividido em quatro blocos, que somam R$ 10,6 bilhões em outorgas mínimas. A concessão terá duração de 35 anos.

Confira quais as principais empresas de saneamento que avaliam apresentar ofertas na reportagem exclusiva para assinantes do GLOBO.