Lewandowski acompanha Rosa Weber e já há cinco votos no STF para suspender execução do orçamento paralelo

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BRASÍLIA - Cinco dos atuais dez ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) já votaram para suspender a execução das chamadas "emendas de relator" no orçamento de 2021. Essas emendas compõem o "orçamento paralelo", que tem sido usado pelo governo do presidente Jair Bolsonaro para turbinar as emendas parlamentares de aliados no Congresso. Como não há transparência sobre os gastos, também é conhecido como "orçamento secreto".

O último a votar foi o ministro Ricardo Lewandowski, cujo posicionamento é apontado internamente como um dos possíveis definidores do placar deste julgamento. Até o momento de seu voto, não se sabia qual seria a tendência seguida por ele, que costuma se manifestar pela não interferência do Judiciário no Legislativo.

Antes dele, já tinham se manifestado da mesma forma a relatora, Rosa Weber, mais Cármen Lúcia, Luís Roberto Barroso e Edson Fachin. Até agora, apenas as ministras Rosa Weber e Cármen Lúcia divulgaram seus votos. Lewandowski, Fachin e Barroso se limitaram a acompanhar a relatora.

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