Lexa e a mãe trocam incentivos para manter a forma para o carnaval: 'Um orgulho ter mãe gata'

Leonardo Ribeiro

Lexa passou a coroa de rainha de bateria da Unidos de Bangu para Darlin Ferrattry, sua própria mãe. Mas a funkeira não abandonou o carnaval: em 2020, a "Sapequinha" estará à frente da Unidos da Tijuca.

— Estou extremamente lisonjeada por passar a coroa para minha mãe. Eu aprendi a gostar de Carnaval com ela. Minha mãe foi musa de algumas escolas e já foi rainha de bateria. Torço que ela faça muito sucesso na escola e brilhe muito — diz Lexa.

 

A filha coruja se orgulha também por ver a mãe, aos 40 anos, retomar um sonho antigo.

— Ela mostra que mesmo mãe de três pode ser sensual, pode voltar a fazer as coisas que gostava, pode ter a mente e o corpo jovens. É uma mulher independente, empoderada, que luta pelos seus desejos. Tenho certeza que minha mãe vai dar o que falar no carnaval.

Com a visibilidade que o cargo traz, é comum ver nas redes sociais o assédio aumentando até mesmo para o lado de Darlin. A dupla dá risada, quando tudo é respeitoso, claro.

 

— Nós rimos muito, desde que não sejam comentários ofensivos. É um orgulho ter uma mãe gata. Só que é sempre bom lembrar: minha mãe está namorando.

Focadas em fazer bonito na Avenida, mãe e filha investiram nos treinos, mas cada uma com um objetivo específico.

— Nós duas emagrecemos por motivos diferentes. Eu perdi 12 quilos, por questão de saúde e para aguentar a rotina puxada de shows. Minha mãe já está mais focada no carnaval. Temos profissionais diferentes para nos orientar, mas uma incentiva a outra a manter o foco.