Libra: entenda o que dividiu clubes na nova tentativa de criação liga

A reunião para a criação da nova liga que organizará o Campeonato Brasileiro terminou com assinatura parcial dos presidentes dos clubes das Séries A e B, oito no total de 40. A divergência se deu pela diferença de visão sobre a divisão das receitas da competição.

A proposta do bloco que assinou a criação da Liga, formado por Flamengo, Corinthians, Palmeiras, Santos, São Paulo, Red Bull Bragantino, Cruzeiro e a Ponte Preta é de distribuição de 40% iguais, 30% por classificação e 30% por engajamento.

Quem não assinou ainda contesta os percentuais e sugere adequações tanto na Série A como na Série B. O grupo do Forte Futebol prefere que a divisão seja 50-25-25. O Athletico-PR do presidente Mário Celso Petraglia foi o principal opositor à ideia do bloco principal.

A reunião foi convocada pela Codajas Sporst Kapital (CSK) e pelo BTG Pactual, que têm interesse em buscar investimentos no mercado e participar da gestão da futura liga. A dupla está mais conectada ao grupo formado pelo Flamengo e pelos cinco paulistas da primeira divisão (Palmeiras, Corinthians, São Paulo, Santos e Red Bull Bragantino), que pretendem registrar a liga nesta terça e consideram fazê-lo mesmo sem a participação de todos os 20 participantes.

Até aqui, as conversas em torno do tema tem esbarrado em divergências. Há ainda outros dois blocos. Um deles é o movimento Forte Futebol, que reúne dez “emergentes” da elite nacional (América-MG, Atlético-GO, Athletico-PR, Avaí, Ceará, Coritiba, Cuiabá, Fortaleza, Goiás e Juventude). Já o terceiro é formado pelos que não se encaixam nos outros dois.

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