Lição de investimento: Não é só a comida, mas sim como você a entrega

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O digital envolve mudanças da sociedade, e Vicente Carrari aproveita bem esse lema. Para ele, a experiência do físico para o ambiente virtual, como ler um jornal via internet ou pedir um almoço via aplicativo mostra como o ambiente social faz toda a diferença.

E o brasileiro vem cobrando mais qualidade: segundo a Associação Brasileira de Franchising, em 2020, o tíquete médio no delivery de alimentação aumentou 57%. Carrari explica que, além da comida, é preciso investir em tecnologia e negócios sobre a entrega da comida. “Todo mundo quer aquela geléia que vem da Mantiqueira, ou aquele queijo de algum local especial”.

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Usando o digital, os produtores e distribuidores podem baratear essas experiências e garantir o melhor na mesa do consumidor. “Entregar uma grande refeição sem desperdícios. Tem aí um grande business a ser entregue nessa seara de alimentos”, orienta.

Brasileiros são os que compram ‘online’ durante a pandemia

O brasileiro, por exemplo, foi o latino-americano que mais fez compras online durante a pandemia, segundo o estudo Barômetro Covid-19, realizado pela consultoria Kantar. Dos mais de onze mil entrevistados em 21 países latino-americanos, 24% passaram a consumir pela internet. A média de outras regiões é de 27%.

Carrari, além da Google, está “assando pães orgânicos na El Panadero” e sabe que as novas experiências são decisivas. Com seu novo empreendimento na capital paulista, ele avalia: “Antigamente, era só mudar uma página da internet ou apertar um botão. O digital não é mais essa coisa do começo”.

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