Licitação para a compra de câmeras que serão instaladas nos uniformes dos policiais atraiu oito empresas

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Rio — Oito empresas participaram do pregão eletrônico realizado pelo Governo do Rio para a compra de 21.571 câmeras operacionais portáteis, que serão usadas nos uniformes de agentes de segurança. A melhor proposta recebida orçou em R$ 296 cada equipamento. De acordo com o Estado, a compra beneficiará os servidores, em casos de falsas acusações e aumentará a transparência e a fiscalização das ações policiais.

Apesar de ter oferecido o melhor preço de venda dos equipamentos, a empresa ainda não pode ser considerada vencedora porque terá que apresentar para a Comissão de Licitação os documentos exigidos no edital. Em seguida, será iniciada a fase de apresentação da solução tecnológica, quando a empresa terá que expor seu produto.

O objetivo é que as câmeras sejam usadas pelas polícias Militar e Civil, por agentes da Lei Seca e do Segurança Presente, agentes da Casa Civil da Operação Foco e fiscais da Fazenda, além de agentes do Detran, Inea e Detro.

Além das câmeras, a licitação também abrangeu a compra de computadores, redes de dados e softwares para gestão das imagens, para acompanhamento em tempo real. As imagens geradas em função de ocorrências poderão ficar armazenadas por até um ano.

— Agora entramos em uma fase técnica, que vai garantir a segurança e a transparência deste processo. Nossa equipe vai avaliar se a empresa atende a todos os requisitos do edital. Estamos otimistas para que em breve essas câmeras sejam uma realidade no dia a dia das forças de segurança do estado — disse o secretário da Casa Civil, Nicola Miccione. Até o momento, não se sabe quando as câmera estarão operando.

A instalação de câmeras portáteis nos uniformes dos agentes civis e militares dos órgãos de segurança pública e fiscalização foi estabelecida por uma lei sancionada pelo governador Cláudio Castro (PL) em julho. Outra lei, publicada e aprovada em 2009, já estabelecia a instalação de câmeras em todas as viaturas da polícia. A lei, no entanto, nunca foi cumprida.

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