Lindôra deve ser dura contra Daniel Silveira, mas criticar atitudes do STF em julgamento nesta quarta

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·1 min de leitura
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  31-03-2022: O deputado Daniel Silveira (UniãoBR-RJ). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, 31-03-2022: O deputado Daniel Silveira (UniãoBR-RJ). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A vice-procuradora Geral da República, Lindôra Araújo, deve fazer um voto duro contra o deputado Daniel da Silveira (PTB-RJ) nesta quarta-feira (20), no julgamento da ação penal a qual responde. De acordo com interlocutores na Procuradoria-Geral da República, ela deve se posicionar em seu voto contra excessos do parlamentar.

Lindôra, no entanto, fará acenos também ao Congresso Nacional e críticas a algumas das medidas tomadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na ação relatada pelo ministro Alexandre de Moraes. Ela deve se manifestar contra o envio de policiais federais à Câmara dos Deputados para instalar a tornozeleira eletrônica no parlamentar.

Será a estreia de Lindôra em sustentações orais no STF. Ela substitui o procurador Geral da República, Augusto Aras, que está de férias.

Mesmo que haja pedido de vista, a Corte deve formar maioria já nesta semana contra o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ). O julgamento da ação penal da qual é réu está marcado para esta quarta-feira (20). O assunto é tratado com cuidado porque ministros enxergam potencial para acirrar rusgas entre a Corte e os demais Poderes e, ainda, expor divergências entre seus próprios integrantes.

Daniel Silveira foi preso em flagrante em 16 de fevereiro de 2021 após fazer ataques ao STF e seus integrantes nas redes sociais. Ele usou palavras de baixo calão para se referir aos ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Edson Fachin, a quem chamou de "mimado" e "marginal da lei".

Em março, Mraes autorizou a prisão domiciliar, mas, em junho do mesmo ano, voltar a determinar sua reclusão após a PGR apontar mais de 30 violações à tornozeleira eletrônica que usava.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos