Lira diz que valor de R$ 400 para Auxílio Brasil é 'insuficiente', mas responsável

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BRASÍLIA — O presidente de Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse nesta terça-feira que o valor de R$ 400 para o Auxílio Brasil, programa do governo Jair Bolsonaro que substituiu o Bolsa Família, é "insuficiente" mas responsável do ponto de vista fiscal.

A Câmara deve votar nesta quarta, disse, a medida provisória (MP) que estabeleceu os R$ 400 como valor mínimo para o benefício social. A MP estabelece esse benefício apenas até 31 de dezembro deste ano. Depois, o valor é uma incógnita.

— A ideia é que se mantenha a MP da forma como veio. O valor é insuficiente, mas ele é bastante dispare do que era o Bolsa Família. No Bolsa Família tínhamos valor médio de R$ 70 a R$ 80 de piso e valor máximo de R$ 175 a R$ 180. O Renda Brasil (ele se refere ao Auxílio Brasil) vem com R$ 406 de piso e R$ 852 de teto. É bastante superior. Então, já é um esforço muito grande governo. Além do que, zeraram as filas e ainda há demanda para se entrar no programa — disse Lira, acrescentando que o valor é responsável do ponto de vista das contas públicas.

Lira também foi questionado sobre a possibilidade desse valor subir para R$ 600. Ele respondeu que isso “não tem base”.

O valor de R$ 600 foi o primeiro do auxílio emergencial, instituído no início da pandemia de Covid-19. Depois, ele foi reduzido para R$ 300.

Nas discussões do Auxílio Brasil, a ala política do governo chegou a pedir um valor de R$ 600, enquanto o Ministério da Economia queria R$ 300. O valor acabou sendo de R$ 400, mas temporário.

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