Lira repudia morte de petista no Paraná: 'democracia pressupõe tolerância e respeito'

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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), repudiou a morte do guarda municipal petista Marcelo Aloizio de Arruda, assassinado durante a sua festa de aniversário que tinha como tema o Partido dos Trabalhadores (PT). Em nota, Lira afirmou que a democracia pressupõe debate, mas com tolerância e respeito à liberdade de expressão.

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Arruda foi morto na noite na noite de sábado, enquanto comemorava seu aniversário de 50 anos em uma festa com tema do PT. O guarda municipal reagiu a um ataque e atirou contra o agente penal José da Rocha Guaranho, simpatizante do presidente Jair Bolsonaro, que havia invadido o espaço atirando. Segundo a Polícia Civil do Paraná, ele está no hospital sob custódia.

“A Câmara dos Deputados repudia qualquer ato de violência, ainda mais decorrente de manifestações políticas. A democracia pressupõe o amplo debate de ideias e a garantia da defesa de posições partidárias, com tolerância e respeito à liberdade de expressão”, escreveu Lira em nota distribuída na manhã desta segunda-feira.

Lira ainda ressaltou que a campanha está apenas começando. “Conclamo a todos pela paz para fazer nossas escolhas políticas e votar nos projetos que acreditamos. Esta é a premissa de uma democracia plena e sólida, como a nossa”, escreveu.

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Nesta manhã, o presidente Bolsonaro voltou a se manifestar sobre o caso e minimizou o assassinato de Arruda. O presidente afirmou que houve uma "briga de duas pessoas" e reclamou de quem se refere ao autor do crime como "bolsonarista".

O corpo de Arruda será enterrado nesta segunda-feira. O secretário de Segurança Pública de Foz do Iguaçu, Marcos Antonio Jahnke, afirmou que a Polícia Civil investigará as motivações do crime e que há percepção de que houve intolerância política.

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