Londres aumenta ajuda ao emprego diante do aumento de casos de covid-19

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Homem com máscara passa pela fachada de uma loja fechada que exibe um cartaz "Temporariamente fechado devido à COVID-19", em Londres
Homem com máscara passa pela fachada de uma loja fechada que exibe um cartaz "Temporariamente fechado devido à COVID-19", em Londres

O governo britânico anunciou, nesta sexta-feira (9), que ampliará suas novas ajudas para preservar empregos durante a pandemia, a fim de proteger os funcionários das empresas obrigadas a fechar à medida em que as taxas de contágio disparam.

O ministro das Finanças, Rishi Sunak, ampliou assim um plano lançado há duas semanas que dizia respeito unicamente àqueles obrigados a trabalhar em tempo parcial devido ao colapso da atividade. 

Com o esquema estendido, as empresas obrigadas a fechar pelas crescentes restrições receberão ajudas para pagar salários: o governo cobrirá dois terços dos salários até um máximo de 2.100 libras (2.715 dólares, 2.310 euros) mensais por pessoa. As empresas terão que pagar as contribuições à previdência social.

"Ao longo desta crise, minha prioridade sempre foi proteger os empregos, por isso anuncio hoje uma expansão de nosso plano de apoio ao emprego, especificamente para proteger quem trabalha em empresas que podem ser obrigadas a fechar", destacou Sunak. 

Diante da disparada dos contágios, está previsto que o governo de Boris Johnson anuncie mais restrições na segunda-feira no norte da Inglaterra, onde bares e restaurantes podem ser fechados temporariamente como já ocorreu esta semana nas cidades escocesas de Edimburgo e Glasgow.

O Reino Unido é o país mais castigado da Europa pela pandemia, com mais de 42.600 mortes confirmadas por covid-19. A preocupação cresce cada vez mais diante da chegada de uma segunda onda e de seu impacto social e econômico. 

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