Eliminado, Lucas Chumbo fala sobre 'No Limite': “Um sonho que virou pesadelo”

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Lucas Chumbo é eliminado do reality No Limite

Lucas Chumbo chegou no seu limite. Após encarar provas duríssimas no calor escaldante do Ceará, noites mal dormidas, perrengues na hora da comida, chuva e vento gelado, o surfista surpreendeu os colegas da Tribo Carcará e pediu para ser eliminado do 'No Limite'. Após sentir alguns incômodos gástricos, o ex-BBB ficou muito debilitado. “Realmente foi um sonho que virou pesadelo”, disse ele em entrevista na manhã desta quarta-feira (2), no programa ‘Encontro com Fátima Bernardes’.

E seguiu explicando por que não conseguiu permanecer no jogo. “Realmente três provas atrás, eu já estava me sentindo um pouco debilitado, sentia que a minha gastrite estava vindo, me atacando de pouquinho em pouquinho, e quando eu tenho uma rotina regrada, consigo controlar melhor. No programa estava bem difícil, tudo enlatado, a gente demorava muito pra comer entre uma prova e outra”, disse.

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Sobre as divergências de táticas no grupo, Chumbo frisou que “A estratégia é montada por um time, realmente demos mole na hora de não ter escutado a Íris (Stefanelli). Ela ficava olhando pro outro time, e isso é coisa de cada competidor, eu, o Zulu e a Paula, não gostávamos disso, focamos no nosso time, na nossa estratégia, mas calhou de não dar certo”, lamentou.

“A gente escuta bastante as meninas, em todos os momentos, a Paula principalmente que tem uma voz muito imponente, sempre quer montar outra estratégia pra ter um plano C ou D. A Elana e a Íris também, mas tem questões que nós temos que avaliar, num consenso. Mas a Ariadna e a Íris, a gente acabava vendo que havia coisas que não calhava muito no jogo”, falou o quarto eliminado da competição.

“Realmente foi um sonho que virou pesadelo, a primeira parte foi a chuva, sobre a alimentação, eu não estava passando muita fome, queria comer regrado pra não atacar a minha gastrite, mas a questão do frio... Eu já estava com o corpo debilitado, quando bateu aquele frio da noite, veio a chuva e o vento cortando, parecia que o vento batia direto no meu osso, ali fui no limite, foi a pior hipotermia que eu já tive na minha vida, um dos piores frios que eu já passei na minha vida”, relatou.

“O meu limite foi muito fisiológico, foi o corpo apontando os meus limites, eu estava muito bem na prova, queria muito ficar, estava realizando um sonho largado na selva, mas sabe quando você tem alguma coisa que pode te impedir? No dia que eu pedi pra sair, estava com muita dor, encurvado o tempo inteiro, me senti muito debilitado na prova”, concluiu.