Luciano Bivar desiste de concorrer à Presidência

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A princípio, Luciano Bivar deve ser candidato à reeleição como deputado federal por Pernambuco. (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
A princípio, Luciano Bivar deve ser candidato à reeleição como deputado federal por Pernambuco. (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

Luciano Bivar, então pré-candidato à Presidência pelo partido União Brasil, decidiu desistir de concorrer à eleição ao Palácio do Planalto em 2022.

A princípio, Bivar deve ser candidato à reeleição como deputado federal por Pernambuco, em acordo firmado durante a reunião da Executiva Nacional do União Brasil. As informações foram divulgadas inicialmente pela rádio CBN.

O União Brasil é a junção do DEM e do PSL, partido pelo qual Jair Bolsonaro (PL) concorreu na eleição de 2018.

Nesta quinta-feira (28), surgiu a notícia de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) articulava um possível apoio de Bivar à candidatura petista.

Segundo Bivar relatou a aliados, Lula sinalizou que poderia apoiá-lo na disputa pelo comando da Câmara dos Deputados em 2023, caso vença a eleição, em troca do apoio da União Brasil no primeiro turno.

Para Bivar, importa o apoio de Lula não apenas numa eventual busca pela presidência da Câmara no ano que vem, mas também para que ele seja reeleito deputado.

Aliados de Bivar dizem que sem uma articulação na qual o PT e o PSB construam o apoio de prefeitos do estado a Bivar, seria difícil o parlamentar conquistar nova vaga na Câmara.

O parlamentar ficou empolgado com a ideia e conversou com correligionários a respeito. Uma decisão é esperada até sábado (30).

A hipótese de a União Brasil apoiar Lula no primeiro turno, porém, é considerada remota por integrantes da cúpula do partido. Isso porque há dirigentes da legenda, como Ronaldo Caiado, pré-candidato à reeleição em Goiás, que seriam prejudicados com o apoio a Lula.

O partido de Bivar detém a maior fatia de fundo eleitoral e o maior tempo de propaganda de rádio e televisão.

Para aliados de Lula, conseguir mais espaço na TV traria um impacto importante para a campanha petista e aumentaria as chances de uma definição ainda no primeiro turno.

Ainda assim, mesmo que não consiga o apoio formal da União Brasil, a saída de mais um pré-candidato da disputa pelo Planalto e aproximação com o PT teria relevância do ponto de vista da governabilidade de uma eventual gestão Lula.

Caso seja eleito, Lula tem como objetivo ter um aliado na presidência da Câmara em 2023. O cargo é determinante na definição de pautas de votação.

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