Luciano Hang afirma não 'dizer amém para tudo que o governo Bolsonaro faz"

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Luciano Hang, co-founder of Grupo Havan, Brazil's President Jair Bolsonaro and Brazil's Economy Minister Paulo Guedes are seen before launching ceremony of the Voo Simples program, which are a set of measures to modernize rules and reduce costs in the general aviation sectors, at the Planalto Palace in Brasilia, Brazil, October 7, 2020. REUTERS/Ueslei Marcelino
Luciano Hang em encontro com o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes. Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino.
  • Empresário disse se posicionar quando não concorda com reforma

  • Sobre possível candidatura, afirma que não sabe ainda nem partido, nem cargo

  • Dono da Havan diz não entender rótulo de 'empresário bolsonarista'

Em entrevista, o empresário bolsonarista Luciano Hang disse que, mesmo sendo um grande apoiador do governo de Jair Bolsonaro (sem partido), ele não é "chapa branca para dizer amém para tudo que o governo Bolsonaro faz".

"Todas as vezes que o Bolsonaro quer fazer alguma reforma, eu me posiciono. E também sou contra. Por exemplo, desde 2019 eu bato que o Bolsonaro está errando no horário de verão. (...) Já me manifestei várias vezes, e não sou chapa branca para dizer amém para tudo que o governo Bolsonaro faz", declarou o dono da rede de lojas Havan ao site da Jovem Pan.

Mesmo garantindo possuir críticas à gestão do presidente, Hang avalia que desde que assumiu a presidência, "Bolsonaro tentou empenhar todo o seu esforço e da sua equipe para fazer as mudanças que o Brasil precisa, mas somos sempre atropelados por algum burocrata ou parlamentar".

O empresário afirmou ser entusiasta de "reformas, privatizações, menos burocracia, menos ecochatos". Para ele, é hora de tentar dialogar mais com o Congresso Nacional para "aprovar aquilo que precisamos".

"Eu prego a harmonia, a paz e que o Brasil precisa conversar mais. Um líder precisa abraçar mais; se precisar sentar no colo, tem que sentar; se precisar beijar na boca, tem que beijar. O importante é fazer as coisas acontecerem dentro da política e dentro do certo. Precisamos passar o país a limpo, o país precisa de mais transparência e ser mais sincero na hora de falar."

Hang também disse não entender por que é chamado de "empresário bolsonarista" e que irá escolher seu candidato à presidência só em 2022. Sobre a candidatura do ex-ministro Sergio Moro (Podemos), ele apenas comentou que o ex-juiz realizou "um grande trabalho no Brasil" com a Operação Lava Jato.

No momento, segundo Hang, ele pensa se irá se candidatar a algum cargo nas eleições do próximo ano, mas que ainda não sabe "em qual partido, nem em que cargo".

"Fui convidado para, de repente, ser alguma coisa, mas vou esperar. Tenho até abril do ano que vem, vou fazer consultas aos meus amigos que estão na política e foram para lá para melhorar o país. Estou pensando, antes eu nem pensava. Não quer dizer que eu vou ser, posso continuar como ativista ou, de repente, posso colocar meu nome à disposição dos brasileiros."

Hang tem seu nome no relatório final da CPI da Covid (Comissão Parlamentar de Inquérito) junto a um pedido de indiciamento por incitação ao crime depois de suspeitas de disseminação de fake news.

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