Lula convida Rui Costa para integrar novo governo; confira o possível cargo

Atual governador da Bahia, Rui Costa não concorreu a nenhum cargo eletivo em 2022 e é cotado para Ministério das Cidades no governo Lula. (Foto: LUCIO TAVORA/AFP via Getty Images)
Atual governador da Bahia, Rui Costa não concorreu a nenhum cargo eletivo em 2022 e é cotado para Ministério das Cidades no governo Lula. (Foto: LUCIO TAVORA/AFP via Getty Images)

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) formalizou o convite para Rui Costa (PT), governador da Bahia, integrar o novo governo. A proposta foi feita durante a estadia de Lula no estado nordestino, onde tirou quatro dias de descanso após a vitória nas eleições.

Segundo informações do jornal Valor Econômico, Costa deverá gerir o Ministério das Cidades, extinto no governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) e fundido ao Ministério do Desenvolvimento Regional. A pasta deverá ser recriada na nova gestão.

Costa está finalizando o segundo mandato como governador e não concorreu a nenhum cargo eletivo neste ano. Segundo o jornal, o nome dele já era cotado para o primeiro escalão de uma futura gestão de Lula e chegou a ser mencionado para a Fazenda.

Segundo interlocutores consultados pelo Valor Econômico, Rui é reconhecido pela responsabilidade fiscal. Contudo, o presidente eleito avalia o petista baiano exitoso em tocar obras.

Durante os oito anos, ele tocou o metrô de Salvador e a ponte de Itaparica-Salvador, dois importantes contratos de Parceria Público-Privada (PPP).

Além de Rui Costa, o senador eleito e ex-governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB-MA) também terá lugar nos ministérios de Lula. O ex-juiz federal deverá assumir a pasta de Justiça ou o Ministério da Segurança Pública, caso seja confirmado o desmembramento dos dois, que são atualmente integrados.

Do time de ex-governador de estados nordestinos, também poderão ocupar o primeiro escalão:

  • o ex-governador do Piauí e senador eleito Wellington Dias (PT), visto como nome para a Casa Civil ou equipe econômica;

  • o ex-governador do Ceará e senador eleito Camilo santana (PT), mencionado para a Educação;

  • e a atual gestora cearense, Izolda Cela (sem partido), que também tem forte vínculo na área da educação e teria sido indicada por Camilo para liderar o MEC