Lula e Bolsonaro são absolutamente iguais, diz pré-candidato do Novo

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Pré-candidato à Presidência, Luiz Felipe D'Avila (Novo) (Foto: Reprodução/YouTube)
Pré-candidato à Presidência, Luiz Felipe D'Avila (Novo) (Foto: Reprodução/YouTube)

O pré-candidato à Presidência da República pelo Novo, Luiz Felipe D'Avila, afirmou nesta quarta-feira (27) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) são “absolutamente iguais”, e que será o “fim da democracia” se qualquer um dos dois vencer a eleição presidencial que acontecerá em outubro.

“O retrato está aí. O Brasil, quando Lula assumiu a Presidência, era oitava economia do mundo. Hoje, somos a 14ª. O PIB [Produto Interno Bruto] do mundo cresceu, de 2010 a 2020, 32%, e nós crescemos 2%. Nenhuma reforma institucional foi feita. A democracia está cambaleando”, disse ele durante sabatina promovida pelo jornal Folha de S. Paulo em parceria com o portal UOL.

D'Avila falou também que ficou “triste” com a atitude de Geraldo Alckmin (PSB) de se aliar ao petista. Isso porque, explicou, os dois sempre foram de “campos opostos”.

“Alckmin defendeu as reformas do estado, defendeu a abertura da economia, e Lula representa o oposto. (…) Agora o Alckmin presta a sua história e sua reputação para validar um candidato que representa o oposto da agenda modernizadora que o Brasil precisa”, avaliou.

“É uma decepção ver meu amigo se aliar a Lula neste momento em que todos nós precisamos estar unidos para salvar a democracia das garras do populismo de Lula e Bolsonaro”, acrescentou.

Terceira via

Sobre a união dos candidatos da chamada “terceira via”, o presidenciável do Novo afirmou que o partido não aderiu ao grupo porque não se discute mais propostas para melhorar o país.

Segundo D'Avila, bons diálogos aconteceram com Eduardo Leite (PSDB), Luiz Henrique Mandetta (União), Ciro Gomes (PDT), e mais tarde com Sergio Moro (União) e Simone Tebet (MDB), mas agora as conversas estão nas mãos dos presidentes das siglas.

“Eles estão preocupados com o retorno sobre investimento. Ou seja, quantos deputados vão eleger para aumentar o dinheiro do fundo partidário. É uma vergonha, mas é a verdade. Ninguém está pensando no Brasil”, opinou.

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