Lula financia gabinete do ódio “igualzinho o do Bolsonaro”, diz Ciro

  • Lula faz pose de bonzinho e financia um gabinete do ódio completamente desonesto e fascista igualzinho o do Bolsonaro, disse Ciro;

  • Estrutura do atual presidente era utilizada para atacar adversários e instituições nas redes sociais;

  • Expressão “gabinete do ódio” surgiu após o início da gestão Bolsonaro, em 2019.

Nesta terça-feira (20), Ciro Gomes, candidato pelo PDT à sucessão presidencial, afirmou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) financia um “gabinete do ódio”, igual ao presidente Jair Bolsonaro (PL).

“O Lula faz pose de bonzinho e financia um gabinete do ódio completamente desonesto e fascista igualzinho o do Bolsonaro”, afirmou durante entrevista à rádio Super Notícia.

A expressão “gabinete do ódio” surgiu após o início da gestão Bolsonaro, em 2019, quando a Polícia Federal apontou uma estrutura formada por assessores e aliados do Presidente da República promovendo ataques contra adversários e instituições nas redes sociais.

O candidato pedetista já havia atribuído a estratégia a Lula em julho deste ano, quando afirmou que o comportamento da militância petista seria um dos “mais fascistas e execráveis do Brasil”.

Na entrevista desta terça, o ex-ministro voltou a atribuir a Lula a responsabilidade sobre a eleição de Bolsonaro e do estabelecimento do fascismo no Brasil.

“Estou preocupado em derrotar o fascismo, mas também preocupado em derrotar as causas que fizeram o fascismo se estabelecesse no Brasil. E o líder dessas causas é o senhor Luiz Inácio Lula da Silva”, afirmou Ciro.

Veja as últimas pesquisas eleitorais para presidente:

O presidenciável voltou a criticar a estratégia petista de buscar vitória ainda no primeiro turno e disse que Lula tenta “asfixiar as pessoas que não têm reparo moral”.

“O que o Lula está tentando fazer é o que ele fez lá atrás com a Marina. É asfixiar as pessoas que não têm reparo moral porque ele é corrupto e eu não sou. Ele só pode sobreviver diante do Bolsonaro que é outro corrupto e eu não sou”, comparou se referindo a campanha de Dilma Rousseff (PT) contra Marina Silva. Nesta segunda, a ex-ministra do Meio Ambiente declarou apoio à campanha petista.

Pesquisas eleitorais, como saber em quais posso confiar?

Em meio a essa diversidade de levantamentos existentes no Brasil, muitos eleitores não sabem em quais resultados acreditar.

No primeiro dia do ano passou a ser obrigatório (leia a resolução clicando aqui)o registro junto à Justiça Eleitoral de qualquer pesquisa pública relacionada às eleições para presidente e governador. Porém, se uma pesquisa está registrada não necessariamente significa que ela será confiável, isso porque não há nenhum tipo de fiscalização prévia sobre a metodologia desses levantamentos.

Atualmente, a confiabilidade das pesquisas é garantida no Brasil por meio da transparência. São algumas das informações que devem ser cadastradas junto à Justiça Eleitoral, tornando as pesquisas passíveis de contestação, caso qualquer irregularidade seja encontrada posteriormente:

  • Nome do contratante

  • Valor cobrado pela pesquisa

  • Origem dos recursos investidos

  • Metodologia

  • Período de realização

  • Sistema de fiscalização da coleta de dados

  • Tipo de questionário aplicado

Para identificar os atributos que mais merecem atenção nas pesquisas eleitorais, a reportagem do Yahoo! Notícias conversou com alguns especialistas no assunto e separou uma lista com os pontos mais importantes, confira aqui.

Qual a data das Eleições 2022?

O primeiro turno das eleições será realizado no dia 2 de outubro, um domingo. Já o segundo turno – caso necessário – será disputado no dia 30 de outubro, também um domingo.

Veja a ordem de escolha na urna eletrônica nas Eleições 2022

  1. Deputado federal (quatro dígitos)

  2. Deputado estadual (cinco dígitos)

  3. Senador (três dígitos)

  4. Governador (dois dígitos)

  5. Presidente da República (dois dígitos)