Lula deverá decidir sobre participação em atos de 7 de setembro após reunião com movimentos sociais

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Lula participa de evento em Salvador (Foto: AFP / ARISSON MARINHO)
Lula participa de evento em Salvador (Foto: AFP / ARISSON MARINHO)
  • Lula irá se reunir com representantes de movimentos sociais para discutir a possibilidade de participar de atos em 7 de setembro

  • O petista tem encontro marcado com CUT, MST e outros movimentos

  • Antes, o ex-presidente havia decidido não comparecer para evitar aglomerações em função da pandemia

Nesta terça-feira (31), o ex-presidente Lula irá se reunir com representantes de movimentos sociais para discutir a possibilidade de participar de atos em 7 de setembro. As informações são do jornal Folha de São Paulo.

O petista tem encontro marcado com a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Movimento Sem Terra (MST) e outras organizações envolvidas na campanha "Fora Bolsonaro" para decidir se irá mesmo às ruas.

Ainda de acordo com a publicação, os movimentos já produziram materiais associando Lula aos atos pró-democracia no Dia da Independência.

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Em manifestações anteriores, o ex-presidente havia decidido não comparecer para evitar aglomerações em função da pandemia de covid-19.

Vacina "até na testa"

Lula discursa em evento (Foto: AFP / ARISSON MARINHO)
Lula discursa em evento (Foto: AFP / ARISSON MARINHO)

Na semana passada, ao participar de evento no Maranhão, o ex-presidente Lula disse que tomaria vacina "até na testa" ao falar sobre a imunização contra a covid-19.

"Eu acredito tanto na ciência que se precisar tomo vacina até na testa", discursou o petista. A mensagem também foi postada em seu Twitter.

"A vacinação deveria ser obrigatória. É como a mãe que insiste pro filho tomar remédio e ele não quer. Ela insiste porque quer que o filho melhore. Eu já tomei duas doses, se falarem de terceira tomo de novo. Eu acredito tanto na ciência que se precisar tomo vacina até na testa", afirmou o ex-presidente.

Lula fez referência ainda ao uso de máscara. "Outra coisa que temos que aguentar e continuar usando é a máscara. Eu vou sair daqui do Maranhão sem saber como é o rosto e o sorriso das pessoas que encontrei. A gente reclama, mas a máscara é imprescindível e pode salvar nossas vidas", ressaltou.

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