Lula: "Não dá para recuperar o país com o orçamento secreto"

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Ex-presidente Lula reforçou importância de eleger não só a chapa presidencial, mas também os deputados da base (Foto: NELSON ALMEIDA/AFP via Getty Images)
Ex-presidente Lula reforçou importância de eleger não só a chapa presidencial, mas também os deputados da base (Foto: NELSON ALMEIDA/AFP via Getty Images)

Resumo da notícia

  • Lula sinaliou que, se eleito, vai acabar com o orçamento secreto

  • Petista afirmou que, para isso, é importante eleger deputados da base, que votem com o governo

  • Declaração aconteceu durante evento de apresentação das diretrizes do programa de Lula e Alckmin

O ex-presidente Lula (PT) sinalizou que vai acabar com o orçamento secreto, caso seja eleito em outubro. Para o petista, não é possível recuperar o Brasil com a manutenção desta política. A declaração foi feita durante a apresentação do programa de diretrizes do PT e dos partidos aliados, que aconteceu nesta terça-feira (21) em São Paulo.

Segundo Lula, para conseguir acabar com a política de repasse de verbas para aliados, em prol da aprovação de projetos no Congresso Nacional, é preciso eleger deputados da base aliada, para fazer as reformas propostas pela chapa. A prática foi adotada durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), com articulação do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

“Não dá para a gente recuperar esse país com o orçamento secreto. Não dá, efetivamente, não dá. Por isso, na defesa do nosso programa, eu e o Alckmin vamos ter que fazer defesa dos nossos deputados”, afirmou Lula.

“Não vamos pedir votos apenas para nós, vamos tentar mostrar para o povo brasileiro a importância de eleger deputados e deputadas que pensam como nós, para que, no dia D, a gente tenha maioria qualificada para fazer as mudanças que o país precisa."

A apresentação do documento foi feita pelo ex-ministro Aloizio Mercadante. Durante o evento, além de Lula, também estiveram no evento Geraldo Alckmin (PSB), Luciana Santos (PCdoB), Randolfe Rodrigues (Rede), Gleisi Hoffmann (PT), Carlos Siqueira (PSB) e Juliano Medeiros (Psol) e Paulinho da Força (Solidariedade).

O documento apresenta 121 pontos, que foram chamados por Mercadante de “ponto de partida” para o programa da chapa entre Lula e Alckmin. Entre os temas centrais estão a reforma trabalhista, revogação do teto de gastos, mudança da política de preço dos combustíveis, combate à fome e à desigualdade e democracia.

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