Lula quer retrato da frente ampla no lançamento da candidatura e pede Paulinho da Força ao lado

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***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 12.04.2022 - O ex-presidente Lula (PT) discursa para índios que fazem parte do Acampamento Terra Livre em Brasília, DF. (Foto: Antonio Molina/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 12.04.2022 - O ex-presidente Lula (PT) discursa para índios que fazem parte do Acampamento Terra Livre em Brasília, DF. (Foto: Antonio Molina/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta terça-feira (19) ao presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, que quer tê-lo ao seu lado no evento de lançamento de sua candidatura, marcado para 7 de maio.

A ideia do petista é a de produzir um retrato que traduza o esforço que ele tem feito para a composição de uma ampla frente de partidos e de políticos contra o presidente Jair Bolsonaro (PL).

Com Geraldo Alckmin (PSB), que provavelmente será seu vice, e Paulinho da Força, o palanque já contará com duas figuras que recentemente estiveram em lados opostos ao PT.

Em 2016, o líder da Força Sindical apoiou o impeachment da petista Dilma Rousseff. Por esse motivo, ele foi alvo de vaias e chamado de "traidor" em evento com Lula, Alckmin e sindicalistas em São Paulo.

Como revelou o Painel, Paulinho ficou incomodado com a recepção e a aliança com Lula, que já estava avançada, ficou estremecida.

No encontro desta terça (19), Paulinho disse ao ex-presidente que está acostumado com vaias, pois tem trajetória sindical. No entanto, ele entendeu que os ataques haviam sido ordenados por dirigentes do PT ou da CUT (central sindical ligada ao PT), já que partiam da militância. Ele também disse que esperava que Lula o defendesse na hora, o que não aconteceu.

O petista respondeu que o evento era das centrais sindicais e que por isso não achou que cabia a ele intervir e acrescentou que as vaias não tiveram qualquer instrução de dirigentes partidários.

O presidente de honra da Força Sindical diz ao Painel que chegou a sugerir que o Solidariedade apoiasse Lula, mas que não houvesse mais encontros de apoiadores em eventos, no que foi refutado por Lula.

"Ele falou da importância de estarmos juntos, não só no evento do dia 7, mas também na campanha, em viagens pelo Brasil, mostrando a maré de alianças que está se formando", afirma.

Após o atrito da última semana, Paulinho teve reunião com os tucanos Aécio Neves (MG) e Eduardo Leite (RS). O presidente do Solidariedade diz que o deputado queria apresentá-lo ao ex-governador gaúcho, que é sua aposta para a disputa presidencial.

"Eu não acredito em terceira via", afirma Paulinho sobre a reunião.

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