Após exames de check-up, Lula recebe alta em São Paulo

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), deu entrada neste sábado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para realizar uma série de exames de check-up.

Viagem interrompida: Cruzeiro de luxo com 800 casos de Covid-19 é obrigado a atracar na Austrália

Zolpidem: Vendas do remédio para insônia explodem no Brasil, causando aumento de casos de alucinações e dependência

Foram realizados exames de imagens: ecocardiograma, angiotomografias e PET scan, que estão normais e seguem mostrando completa remissão do tumor diagnosticado em 2011.

"O exame de nasofibroscopia mostra alterações inflamatórias decorrentes do esforço vocal e pequena área de leucoplasia na laringe", informou a assessoria de Lula.

O presidente eleito foi acompanhado pelas equipes médicas coordenadas pelo cardologista Roberto Kalil Filho, seu médico, pelo oncologista Artur Katz e pelo otorrinolaringologista Rubens Brito. Ele já foi liberado pela unidade de saúde.

De acordo com a assessoria do petista, os exames são de rotina. Na segunda-feira, Lula viaja para a COP27, no Egito.

Voz do Lula: Os 2 motivos médicos por trás da rouquidão do presidente eleito

Costas curvadas, mãos de garra: Cientistas mostram como os humanos poderão parecer no ano 3000, graças à dependência da tecnologia; veja fotos

Histórico médico

Lula tem 77 anos e será o presidente com mais idade a assumir o governo do Brasil. Durante a campanha eleitoral, sua voz muito rouca, por vezes falhada durante os discursos, debates e entrevistas, chamou a atenção de quem acompanhou o então candidato à reeleição.

Em 2011, Lula teve um câncer de três centímetros de diâmetro na laringe, que o fez passar por mais de 30 sessões de quimioterapia. O tratamento o curou da doença.

Uso de máscaras e distanciamento social: Sociedade Brasileira de Infectologia divulga orientações para a alta de casos de Covid

Em seu último check-up, também no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, 16 de março deste. Na ocasião, ele foi submetido a tomografia, ressonância magnética e uma laringoscopia, o mesmo exame que detectou o câncer há 11 anos. Realizado com leve anestesia, o procedimento rastreia e fotografa a região da garganta por meio de um aparelho flexível introduzido pelo nariz.