Lula visita catadores e diz que Haddad vai ganhar Governo de SP

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  • Fernando Haddad
    Professor, advogado e político brasileiro, ex-prefeito de São Paulo
  • Luiz Inácio Lula da Silva
    Luiz Inácio Lula da Silva
    Político brasileiro, 35° presidente do Brasil
  • Geraldo Alckmin
    Médico e político brasileiro, ex-governador de São Paulo
SÃO PAULO, SP, 22.12.2021 - EVENTO-SP: O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa do Natal dos catadores de lixo de São Paulo, realizado na quadra do Sindicato dos Bancários, na capital paulista, nesta quarta-feira (22). (Foto: Bruno Santos/Folhapress)
SÃO PAULO, SP, 22.12.2021 - EVENTO-SP: O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa do Natal dos catadores de lixo de São Paulo, realizado na quadra do Sindicato dos Bancários, na capital paulista, nesta quarta-feira (22). (Foto: Bruno Santos/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-presidente Lula (PT) participou nesta quarta-feira (22) do evento Natal dos Catadores, em São Paulo, e fez um aceno público ao ex-prefeito Fernando Haddad em meio às negociações para que ele abra mão da disputa ao governo paulista no ano que vem, numa articulação que viabilizaria a entrada de Geraldo Alckmin no PSB para ser candidato a vice-presidente

"Haddad, não sei se você esta percebendo que você vai ganhar o governo do estado de São Paulo", disse Lula olhando em direção ao ex-prefeito paulistano.

O principal obstáculo de Lula para firmar uma chapa com Alckmin em 2022 é o acerto em São Paulo que deriva da aliança nacional --Haddad e França (PSB) são pré-candidatos ao Governo de São Paulo, e um dos dois teria que abrir mão desse plano.

Nesta quarta, Lula esteve no Natal dos Catadores, organizado pelo Movimento Nacional dos Catadores de Material Reciclável, chamou o presidente Jair Bolsonaro de psicopata e criticou a atitude do mandatário em relação às vacinas contra a Covid.

Nos últimos 18 anos, o petista tem participado anualmente desse evento. Em apenas duas ocasiões não esteve pessoalmente na festa dos catadores. Em 2011, quando se tratava de um câncer na laringe, Lula enviou uma mensagem pela então presidente Dilma Rousseff, que esteve com os catadores. No Natal de 2018, quando estava preso em Curitiba, enviou uma carta.

Em seu primeiro ano de mandato, Lula foi agraciado com o título de "Amigo do Catador", oferecido pelo movimento, quando participou pela primeira vez do Natal dos Catadores.

Lula afirmou nesta quarta que nunca viu uma crise como a atual no Brasil. Segundo ele, não é só uma crise econômica, mas uma crise de ódio. Segundo ele, Bolsonaro "vai sair sim, é o povo brasileiro que vai dar um golpe nele [nas eleições]".

O petista criticou a forma como a força policial e o poder público atuam em relação à população em situação de rua. "Precisamos humanizar e tirar o ódio deste país."

"Para que serve o governo, para que a gente elege prefeito, governador, só tem sentido eleger alguém se essa pessoa for cuidar da maioria do povo, e a maioria do povo é de trabalhador", disse Lula aos catadores, em evento junto com Haddad.

Lula também esteve acompanhado de Gleisi Hoffmann, presidente do PT, do vereador Eduardo Suplicy, e da secretária de Relações Internacionais de SP, Marta Suplicy .

Alguns participantes do evento, que foi realizado na quadra do Sindicato dos Bancários de SP, no centro da capital paulista, seguravam cartazes de apoio a Lula, mas contrários a uma possível parceria com o ex-governador Geraldo Alckmin em uma chapa nas eleições de 2022.

"Eu tenho uma solução simples para começar a melhorar o Brasil. É colocar o rico no imposto de renda e o pobre no orçamento", disse Lula, que ainda criticou a Lava Jato. Disse que a operação acabou destruindo a indústria brasileira e gerando desemprego "porque um juiz achava que político era tudo ladrão, mas agora todos eles viraram políticos". O ex-juiz Sergio Moro se filiou ao Podemos para ser candidato ao Planalto em 2022.

"Agora ele anda com cara de bunda nesse pais sem saber como se explicar", disse em referência as anulações dos seus processos após a atuação de Moro ter sido considerada parcial pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

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