Lyon assinala dia Mundial dos Refugiados

O Dia Mundial dos Refugiados alertou para a situação dos mais de 100 milhões de deslocados em todo o mundo. Desde o início da Guerra, entre 85 mil e 100 mil refugiados ucranianos chegaram a França, e muitos são acompanhados pelo “Forum réfugiés".

Entre eles está Atifa. A jovem afegã de 19 anos chegou há dez meses ao país. Aprendeu francês e já consegue contar a sua história. “Sou atriz e estou com a minha companhia. Saímos juntos do Afeganistão e viemos para França no dia 23 de agosto, graças ao apoio do Teatro de Villeurbanne e do Théatre Nouvelle Generation”, explicou à Euronews.

Em 2022, o “Forum réfugiés” celebra 40 anos. No “Dia Mundial dos Refugiados” organizou a tradicional "marcha guarda-chuvas”, o símbolo de proteção, em várias cidades francesas. Em Lyon, várias organizações não-governamentais participaram no evento.

Danielle Lambert, voluntária da Cruz Vermelha, explicou que uma das suas missões é ajudar a localizar familiares dos refugiados. Os voluntários contactam as sociedades locais da Cruz Vermelha ou do Crescente Vermelho em 192 países para investigar, e metade das buscas são bem-sucedidas.

Por seu lado, a “SOS Mediterrâneo” pede apoios e recorda que já salvou mais de 35 mil pessoas no mar. Meryll Patois, uma das voluntárias da associação, sublinha que “um dia no mar significa salva-vidas, uma equipa médica e uma equipa técnica para gerir barco e custa 14 mil euros por dia”.

A mensagem de todas as organizações que apoiam refugiados nesta cidade francesa é clara: as próximas crises alimentares e climáticas vão aumentar ainda mais o número de migrantes.

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