Média móvel de mortes por Covid-19 fica em 1.849, aponta consórcio de imprensa

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RIO — O Brasil registrou nesta segunda-feira 874 novas mortes por Covid-19, elevando o total de vidas perdidas para 462.966. A média móvel de óbitos foi de 1.849, 5% menor que o cálculo de duas semanas atrás, o que caracteriza tendência de estabilidade.

Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h.

Nas últimas 24h foram confirmados 34.960 novos casos de Covid, totalizando 16.547.674 infectados pelo Sars-CoV-2. A média móvel foi de 60.934 diagnósticos positivos, 5% a menos que o cálculo de 14 dias atrás, também na faixa de estabilidade.

A "média móvel de 7 dias" faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído" causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

Vinte e três estados do Brasil atualizaram seus dados sobre vacinação contra a Covid-19 nesta segunda. Em todo o país, 45.697.957 pessoas receberam a primeira dose de um imunizante, o equivalente a 21,58% da população brasileira. A segunda dose da vacina, por sua vez, foi aplicada em 22.189.211 pessoas, ou 10,48% da população nacional.

Vacinação

A vacina CoronaVac se mostrou efetiva contra a variante P1 durante o estudo de vacinação em massa que o Instituto Butantan realizou na cidade de Serrana, no interior de São Paulo, para averiguar os resultados da imunização contra a Covid usando esse produto. A conclusão está nos dados apresentados pelos cientistas nesta segunda-feira.

Os pesquisadores do Projeto S, como se chama a iniciativa pioneira no mundo, notaram que, no momento da aplicação da primeira dose de CoronaVac nos moradores da cidade, a variante P1 do vírus Sars-CoV-2, que foi identificada primeiro no Amazonas, já circulava na região, mas ainda não era protagonista. Até ali, em fevereiro, a linhagem era responsável por cerca de 30% dos episódios.

Nesse cenário de domínio da P1 em que a CoronaVac foi posta à prova, os resultados encontrados foram capazes de controlar a epidemia na cidade, conforme divulgado em entrevista coletiva nesta segunda-feira. Segundo o Instituto Butantan, depois do fim da vacinação, o índice de mortes por Covid caiu 95% no município.

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