Mônica Salmaso lança projeto 'Caipira online' com quatro apresentações inéditas

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50 anos de vida. Mais de 25 anos de carreira. Tal qual um rio, Mônica Salmaso foi seguindo seu curso, sem cessar o fluxo para fazer um balanço dessa trajetória. A nascente é clara e límpida, os caminhos percorridos com consciência, mas o ritmo da vida jamais permitiu esse apanhado em perspectiva. O hoje está debruçado, entre outras coisas, no último disco solo, 'Caipira', de 2017, com o qual estava percorrendo o Brasil quando veio a pandemia. Para fechar este ciclo, Mônica decidiu preparar quatro apresentações especiais, que terão transmissão online todas as sextas, às 21h, a partir de 19 de novembro. A cada semana, ela recebe um convidado (Conversa Ribeira, Paulo Freire, Sérgio Santos e Rolando Boldrin) e divide com o público um roteiro novo, com inspiração no universo do disco. Batizado de 'Caipira Online', - sem negar o curioso paradoxo que o título desperta -, o projeto tem patrocínio da Seguradora Icatu e realização do Ministério do Turismo.

Voltemos, contudo, à nascente. Apontada por unanimidade como uma das grandes cantoras surgidas nas últimas décadas, Mônica confessa ter trabalhado tão arduamente durante todos esses anos ao ponto de não ter se dado conta do quanto caminhou até aqui. Convive com o espanto de, por muitas vezes, ainda ser vista como "uma revelação". "O meu trabalho sempre foi de formiguinha. Não tinha a compreensão da linha do tempo, mas agora estou olhando para a obra que construí e entendendo melhor esse percurso".

Nos 12 discos que lançou e 3 dvds, há uma identidade que se impõe além da voz. Uma linha narrativa nos trabalhos conectados pela essência da intérprete. A Mônica Salmaso que mergulhou inteiramente no universo caipira no disco homônimo, já transitava por esse mundo em discos como 'Trampolim' (seu segundo trabalho) e durante toda a sua trajetória. A cantora que estreou visitando os afro-sambas de Baden e Vinícius, fez songbooks de Chico Buarque, Paulo Cesar Pinheiro e Guinga, e gravou discos aclamados como 'Voadeira' e 'Iaiá', permanece fiel unicamente à música que nela habita.

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