Macron e Scholz expressam 'pleno apoio à Ucrânia' em Berlim

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Olaf Scholz (d) e Emmanuel Macron visitam o Portão de Brandemburgo, iluminado nas cores da Ucrânia (AFP/John MACDOUGALL) (John MACDOUGALL)
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.

O presidente francês, Emmanuel Macron, e o chanceler alemão, Olaf Scholz, expressaram "pleno apoio à Ucrânia" nesta segunda-feira (9), ao se dirigirem juntos ao Portão de Brandemburgo, em Berlim, símbolo da Guerra Fria, iluminado com as cores do país invadido pela Rússia.

"Pleno apoio à Ucrânia", declarou o chefe de Estado francês, enquanto se aproximava, juntamente com o chanceler alemão, de cerca de 200 pessoas presentes, algumas das quais gritavam "Mariupol!", cidade do leste destruída em grande parte pelo Exército russo.

Situado no centro de Berlim, o Portão de Brandemburgo fazia parte, até 1989, do muro que separou por décadas os setores comunista e ocidental da cidade, convertendo-se em símbolo da Cortina de Ferro.

Alguns ucranianos presentes mostravam-se críticos das posições dos governos alemão e francês ante o conflito. França e Alemanha foram, por vezes, acusadas de complacência ou proximidade com a Rússia.

"Gostaria de ver mais coragem", disse a médica Tania, 40, instalada há 25 anos na Alemanha. "As pessoas no Ocidente têm medo por causa do aumento dos preços e do temor de uma Terceira Guerra Mundial."

Olaf Scholz, em particular, enfrentou críticas pelo fornecimento escasso de armas à Ucrânia e a forte dependência da Alemanha das importações de energia da Rússia.

vl-ylf/eg/mvv/lb

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos