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Macron procura soluções para governar sem maioria absoluta

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A margem de manobra é curta para Emmanuel Macron. O presidente francês, que perdeu a maioria absoluta nas eleições legislativas de domingo, dá início às conversações com as diversas forças políticas.

O chefe do Estado recusou o pedido de demissão da primeira-ministra, Elisabeth Borne, que está sob forte pressão dos partidos da oposição.

Na reunião desta terça-feira do governo há três ministras que não foram eleitas e vão ter de demitir-se, cumprindo as indicações da presidência de que quem não for eleito abandona o executivo.

Macron propõe o "diálogo" no "interesse nacional" para tentar encontrar soluções governativas, mas não será certamente à esquerda.

O líder da coligação NUPES, Jean-Luc Mélenchon, recusa-se a participar nas conversações, o que significa que, ao presidente, resta tentar um acordo à direita com os republicanos, que conseguiram 70 lugares na assembleia nacional, mas estão divididos sobre a questão.

Ao que tudo indica, Marine Le Pen participará nas conversações no Palácio do Eliseu, mas é pouco provável que haja acordos com a extrema-direita. O Rassemblement National, de Le Pen,  surpreendeu até os observadores políticos ao passar de 8 para 89 deputados na assembleia nacional.

Em última análise, Emmanuel Macron poderá recorrer à dissolução da assembleia e a novas eleições. Segundo os seus colaboradores, o cenário não está, para já, na mente do presidente. Para os analistas esta solução seria de alto risco para a presidência.

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