Madrasta que arremessou criança de 6 anos do 4º andar é presa e confessa crime

Madrasta arremessou criança, que segue internada - Foto: Divulgação/Secretaria de Estado da Saúde/Carla Cleto
Madrasta arremessou criança, que segue internada - Foto: Divulgação/Secretaria de Estado da Saúde/Carla Cleto
  • Madrasta arremessou criança de 6 anos do apartamento onde vivem em Maceió

  • Após fugir da cena do crime, ela foi encontrada e presa em flagrante

  • A mulher teria agido após uma crise de ciúmes em discussão com o marido

A madrasta do garoto arremessado pela janela do apartamento onde ambos vivem em Maceió-AL, nesta madrugada de segunda-feira (23), foi presa no início da tarde e confessou o crime.

Segundo informações do G1, a Polícia Civil de Alagoas deteve a mulher em flagrante. Ela foi levada à Delegacia de Homicídios e Proteção à pessoa (DHPP) e prestou depoimento.

Enquanto era ouvida, a criminosa confessou ter jogado o enteado de apenas 6 anos do quarto andar do prédio na Cidade Universitária.

"Ela confessou o crime e disse que brigou com o pai da criança e logo depois a jogou do quarto andar. Ela foi presa após diligências da polícia, que fez buscas desde o ocorrido", relatou o delegado Fábio Costa.

A criança está internada no Hospital Geral do Estado (HGE), onde deu entrada com ferimentos e escoriações no rosto e no corpo. O quadro é estável e ela pode passar por cirurgia para conter o sangramento.

Entenda o caso

O caso aconteceu por volta das 2h40. A polícia foi chamada para atender a ocorrência e levou o garoto a um hospital da região. Aos agentes, o pai contou que a criança havia sido jogada pela madrasta.

Em entrevista à TV Gazeta, o conselheiro tutelar da 8ª Região, Ewerton Pita, relatou que o crime aconteceu após uma crise de ciúmes.

Ewerton explicou que o pai da criança contou que ingeria bebidas alcoólicas com a mulher quando ela apresentou o surto e ameaçou matar o garoto. Depois, entrou no quarto da criança e a lançou pela janela.

De acordo com relatos, a criança vivia com o pai e a madrasta há cerca de oito meses, após a morte da mãe. Além dos três, moravam na casa os dois filhos da suspeita.

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