Maia quer aprovar ainda hoje pedido de urgência para pacote anticrime

Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que espera aprovar ainda hoje (4) o pedido de urgência para a votação do pacote anticrime, apresentado pelo grupo de trabalho responsável por analisar dois textos sobre o assunto encaminhados ao Legislativo. Uma das propostas originais foi elaborada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, e a outra pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

De acordo com Maia, a expectativa é que o mérito do projeto seja votado na próxima semana, juntamente com a proposta que estabelece um novo marco legal do saneamento.

O grupo de trabalho da Câmara trabalhou por cerca de oito meses nas propostas apresentadas por Moraes e por Moro. Entre os pontos aprovados estão o aumento de 30 anos para 40 anos no tempo máximo de cumprimento da pena de prisão no país; o aumento de 6 anos a 20 anos de reclusão para 12 anos a 30 anos de reclusão a pena para o homicídio simples, se envolver arma de fogo de uso restrito ou proibido.

Do pacote anticrime apresentado por Moro, alguns pontos foram rejeitados pelo grupo de trabalho da Câmara, como, por exemplo, a ampliação do excludente de ilicitude e a previsão de prisão após condenação em segunda instância.

Saneamento

Rodrigo Maia disse que foi feito um acordo com os governadores para garantir a aprovação mais rápida do projeto do marco legal do saneamento. “Os governadores sabem que sem um marco novo, eles não vão conseguir captar recursos para o setor”, disse.

O projeto, entre outros pontos, estabelece um prazo obrigatório para a licitação de serviços de saneamento básico, como a coleta de esgoto, entre empresas estatais e privadas. Um dos pontos polêmicos é que, atualmente, prefeitos e governadores podem optar pela licitação ou por firmar termos de parceria direto com as empresas estatais. Caso a nova regra seja aprovada, haverá proibição para que as empresas estatais firmem novos contratos para a prestação do serviço após a publicação da lei

Fundo Eleitoral

O presidente da Câmara disse que vai se reunir com o relator do Orçamento, deputado Domingos Neto (PSD-CE), para uma avaliação mais precisa do valor do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, de R$ 3,8 bilhões, em razão das eleições do próximo ano. O recurso foi previsto em relatório preliminar apresentado por Domingos Neto nesta semana.

“Sempre tenho dito que essa questão do fundo [Eleitoral] sempre é muito sensível, e qualquer valor, mesmo o valor da eleição passada e mais ainda um valor maior, precisa ser muito bem justificado para a sociedade”, disse.

  • Notícias
    Folhapress

    Celular de pastor assassinado foi conectado na casa de senador horas após o crime, diz TV

    RIO DE JANEIRO, SP (FOLHAPRESS) - O aparelho celular do pastor Anderson do Carmo, marido da deputada federal Flordelis (PSD), assassinado em junho de 2019, foi conectado horas após o crime ao wi-fi da casa do senador Arolde de Oliveira (PSD). A informação foi revelada pela TV Globo. Segundo a reportagem, o aparelho foi ativado com um chip em nome da empresária Yvelise de Oliveira, mulher do senador, e conectado ao wi-fi da casa onde mora o casal, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Em junho, Anderson foi assassinado a tiros na garagem de casa em Pendotiba, Niterói, região metropolitana do Rio. Dois de seus filhos, um biológico e outro adotivo, confessaram envolvimento no assassinato e foram presos. Membros da família apontaram o dedo para a deputada. Em agosto, a polícia afirmou não descartar a possibilidade de seu envolvimento no crime. O caso segue sob sigilo. Filiado ao mesmo partido de Flordelis, Arolde é dono do Grupo MK, uma gravadora de discos gospel que produziu CDs da deputada federal. Em nota, o senador disse que está indignado e perplexo e que a matéria pode ter como objetivo macular sua imagem. "Naquele dia, ao tomarmos conhecimento do falecimento do pastor Anderson do Carmo (...), Yvelise telefonou para a deputada (...) para dar um telefonema de pêsames. Como a ligação pode ter sido feita através do Whatsapp, entrou na rede de wi-fi. (...) Nossa relação era protocolar e profissional", afirmou.

  • Chamado de próximo presidente, Huck diz que Brasil precisa ser melhor representado
    Notícias
    Folhapress

    Chamado de próximo presidente, Huck diz que Brasil precisa ser melhor representado

    DAVOS, SUÍÇA (FOLHAPRESS) - O apresentador Luciano Huck atraiu a maior parte das atenções durante o painel que participou sobre os protestos de rua na América Latina na reunião do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, nesta quinta-feira (23), mas evitou polêmicas. Discorrendo sobre desigualdade, educação e ambiente, foi chamado em voz alta ao menos duas vezes de "próximo presidente do Brasil" —pelo escritor e youtuber brasileiro Raiam Santos e pela secretária executiva da Comissão Econômica para América Latina e Caribe da ONU, Alicia Bárcena Ibarra. Huck, que é amplamente visto como aspirante à Presidência em 2022, mas não anunciou candidatura, desviou do epíteto. Indagado após o evento sobre os temas que abordou no almoço e as ações do Brasil na área, disse que o Brasil merecia representação melhor no exterior. "O Brasil precisa ser mais bem representado, para além da economia", afirmou. "Quando você lê a carta do professor [Klaus] Schwab desta edição do Fórum Econômico e ela claramente aponta para discutir ideias que possam gerar crescimento econômico com redução da desigualdade, eu adoraria poder ver o país bem representado em painéis além dos painéis econômicos", afirmou, aludindo ao ministro Paulo Guedes (Economia), celebrado por investidores no Fórum. "Sem dúvida a gente entregou números importantes do ponto de vista econômico, mas a gente estava fora dos painéis de educação, desigualdade e Amazônia." Durante o almoço, ao qual também estava presente o cocriador do movimento anarquista americano Occupy, Micah White, e outras lideranças da sociedade civil, Huck contou uma história de superação que registrou em seu programa, falou da importância da educação e esboçou um ponto de vista sobre ambiente, um dos eixos do encontro deste ano. "Temos 80% da Amazônia que não sabemos a quem pertence, estão em uma zona cinzenta, então temos que pensar na Amazônia também nas pessoas, não nas árvores", disse aos convidados, sem elaborar, aparentemente referindo-se à área protegida da floresta. É uma opinião consonante com a do governo Jair Bolsonaro, que vem defendendo maior desenvolvimento econômico para a região da floresta, mas é criticado por sua inação ambiental. O ministro Ricardo Salles (Ambiente) não viajou para Davos. Na plateia, estavam executivos brasileiros como Wilson Ferreira Junior, presidente da Eletrobras, e o vice-presidente do Bradesco, Mauricio Minas —ambos sentados à mesa com Huck. Aliados de dois dos possíveis concorrentes de Huck caso ele se candidate em 2022 também estavam presentes: a secretária de desenvolvimento econômico de São Paulo, Patricia Ellen, que veio a Davos com o governador João Doria (PSDB), e o presidente do BNDES sob Bolsonaro, Gustavo Montezano.

  • Projeto reduz jornada de professor com mais de um aluno com necessidades especiais
    Notícias
    Extra

    Projeto reduz jornada de professor com mais de um aluno com necessidades especiais

    Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que determina a redução de 50% da jornada em sala...

  • ‘A arte é mais forte na favela, mesmo com a situação social'
    Originais do Yahoo

    ‘A arte é mais forte na favela, mesmo com a situação social'

    Para o coletivo Gato Preto, de Dusseldorf, potencial criativo dos guetos é transformador e o afrofuturismo é uma linguagem em busca de um mundo melhor

  • Gizelly zoa famosos ao dizer que ninguém os conhece no BBB 20
    Notícias
    Folhapress

    Gizelly zoa famosos ao dizer que ninguém os conhece no BBB 20

    A advogada entrou para a história ao cair ao vivo e precisar da ajuda de quem havia criticado

  • Príncipe Harry e Meghan Markle começaram a conversar com figuras importantes de Hollywood, diz jornal
    Notícias
    O Globo

    Príncipe Harry e Meghan Markle começaram a conversar com figuras importantes de Hollywood, diz jornal

    Duquesa de Sussex manteve contato com gente da indústria secretamente enquanto era membro sênior da família real

  • Notícias
    Folhapress

    Bolsonaro estuda recriar pasta da Segurança e esvaziar funções de Moro no governo

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro voltou a falar nesta quinta-feira (23) sobre a possibilidade de recriação do Ministério da Segurança Pública. Se isso ocorrer, segundo ele, o ministro Sergio Moro permanecerá à frente da pasta da Justiça e perderá a sua principal bandeira até aqui: a queda nas taxas de homicídios, tendência iniciada ainda na gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB) e acelerada agora. "Se for criado, aí ele [Moro] fica na Justiça. É o que era inicialmente. Tanto é que, quando ele foi convidado, não existia ainda essa modulação de fundir com o Ministério da Segurança", afirmou Bolsonaro, ao deixar o Palácio da Alvorada pela manhã, antes de embarcar para uma viagem à Índia. A declaração foi feita um dia depois de um o presidente ter dito em encontro com secretários de segurança pública que vai estudar reformular a estrutura ministerial. "É comum receber demanda de toda a sociedade. E ontem [quarta-feira] eles [secretários] pediram para mim a possibilidade de recriar o Ministério da Segurança. Isso é estudado. Estudado com o Moro. Lógico que o Moro deve ser contra, mas estudado com os demais ministros." "O Rodrigo Maia [presidente da Câmara] é favorável à criação da Segurança. Acredito que a Comissão de Segurança Pública [da Câmara] trabalhou no passado, também seja favorável. Temos que ver como se comporta esse setor da sociedade para melhor decidir", disse. Se o Ministério da Segurança for recriado, a pasta hoje comandada por Moro sofrerá novo esvaziamento. Desde que assumiu o cargo, em janeiro de 2019, o ex-juiz da Lava Jato já viu seu poder ser reduzido quando perdeu o antigo Coaf, rebatizado de UIF e subordinado atualmente ao Banco Central. Moro poderá perder ainda a Polícia Federal, que responde administrativamente à Justiça. No desenho anterior do Ministério da Segurança, na gestão Temer, o órgão passou a ser vinculado à pasta. Então juiz da 13ª Vara Criminal da Justiça Federal em Curitiba, Moro foi convidado por Bolsonaro logo após sua vitória. Ele chegou ao governo com a promessa de que assumiria um "superministério" com a missão de reforçar o combate à corrupção. Apesar do desgaste, segundo o Datafolha, Moro se consolidou como o ministro mais bem avaliado no primeiro ano do governo Bolsonaro, com apoio popular maior do que o do próprio presidente. Entre os que dizem conhecê-lo, 53% avaliam sua gestão no ministério como ótima/boa. Outros 23% consideram regular, e 21%, ruim/péssima. Já Bolsonaro tem indicadores mais modestos, com 30% de ótimo/bom, 32% de regular e 36% de ruim/péssimo. Nos bastidores do Planalto o nome do ex-deputado Alberto Fraga (DEM-DF) começou a ser cotado para assumir uma eventual pasta de Segurança. Com discurso pró-armas e ex-integrante da bancada da bala da Câmara, Fraga é amigo pessoal de Bolsonaro desde os tempos em que ambos eram parlamentares e com quem mantém estreita relação até hoje. METAS DA SEGURANÇA Após pouco mais de um ano no Palácio do Planalto, Bolsonaro ainda não tirou do papel mais da metade das promessas que fez para reduzir a violência e a criminalidade no país. A segurança pública foi a grande aposta da campanha bolsonarista e é um de seus trunfos para alavancar uma reeleição em 2022. Até agora, no entanto, só foram cumpridas 4 das 18 metas para a área anunciadas por Bolsonaro. Outras três começam a ser postas em prática. Continuam na gaveta propostas como acabar com as audiências de custódia (que garantem o encontro entre a pessoa presa e um juiz em até 24 horas); reduzir a maioridade penal para 16 anos; construir presídios; tipificar ações do MST como terrorismo; usar as Forças Armadas contra o crime organizado; e gravar no Panteão da Pátria e da Liberdade, em Brasília, o nome de policiais mortos. Outras metas estão travadas no Congresso, como diminuir de 25 para 21 anos a idade mínima para obter acesso a armas. Por enquanto, os parlamentares só permitiram a aquisição de armamento mais cedo em área rural. Outra pauta emperrada é a do excludente de ilicitude para policiais, que apareceu no pacote anticrime, apresentado pelo ministro da Justiça, Sergio Moro. O trecho que isentava policiais que matassem em serviço de responder à Justiça em caso de “medo ou violenta emoção” foi retirado pelos deputados antes de o projeto ser aprovado no Congresso sem as principais bandeiras bolsonaristas. A atual gestão tem destacado a aceleração na tendência de queda no índice de homicídios nos primeiros oito meses do ano. Dados preliminares do governo indicam que a redução está na casa de 20%. Se confirmados esses dados quando houver consolidação das ocorrências no ano, isso significa que deixaram de ser mortas 7.000 pessoas em comparação com 2018. Caíram também latrocínios, roubos de carga, veículos e a banco. Os índices têm sido comemorados por Moro como mérito da gestão bolsonarista. ESTRANGEIROS Ainda nesta quinta-feira, Bolsonaro revogou um decreto de 2000, editado na gestão de Fernando Henrique Cardoso, que permitia que o ministro da Justiça pudesse decidir sobre a expulsão de estrangeiros do país. O ato tem validade imediata e também é assinado por Moro também. A decisão de expulsar um estrangeiro do território brasileiro é de competência do presidente da República, mas desde 2000 essa prerrogativa havia sido estendida também para o chefe da Justiça. Consultado, o Ministério da Justiça afirmou que trata-se apenas de “limpeza normativa” e que pela Lei de Migração, de 2017, a competência já era da Justiça. A pasta informou ainda que o decreto foi editado a pedido do ministro. Em outubro do ano passado, após sofrer críticas, Moro recuou de uma portaria sobre regras de deportação de estrangeiros considerados perigosos pelo governo brasileiro. A primeira portaria, editada em julho, previa a deportação sumária em até 48 horas. Já o texto de outubro amenizou a legislação e estendeu de dois para cinco dias o prazo de apresentação de defesa, ou seja, de deportação sumária. A primeira portaria foi editada em julho em meio às divulgações do site The Intercept Brasil, que revelou, em trocas de mensagens privadas entre o ex-juiz da Lava Jato e procuradores da força tarefa, ingerência do atual ministro da Justiça sobre as investigações da operação. O jornalista americano Glenn Greenwald, do Intercept Brasil, é cidadão dos Estados Unidos e mora no Rio de Janeiro. Ele é casado com um brasileiro, o deputado federal David Miranda (PSOL-RJ), com quem tem dois filhos adotivos, também nascidos no país. Mesmo sem ter sido investigado, Glenn foi alvo de uma denúncia do Ministério Público Federal nesta semana. * RECUOS E DERROTAS DO SUPERMINISTRO Polícia Federal - Bolsonaro anunciou que Ricardo Saadi seria substituído por Alexandre Silva Saraiva na Superintendência da PF no RJ. A direção da PF, contudo, havia escolhido o delegado Carlos Henrique Oliveira Sousa, da Superintendência de Pernambuco. O anúncio de Bolsonaro foi malvisto pela corporação como uma interferência do presidente em assuntos internos. Desde então, Bolsonaro deu diversas declarações reforçando a intenção de intervir na Polícia Federal. Também alfinetou Moro ao afirmar que cabe a ele, e não ao ministro, fazer nomeações no órgão. Mensagens da Lava Jato - Mensagens obtidas pelo site The Intercept Brasil e publicadas por diversos veículos revelam que Moro, enquanto juiz da Lava Jato, aconselhou e colaborou com a Procuradoria. Segundo a lei, contudo, um magistrado deve se manter imparcial diante das partes de um processo. Confiança de Bolsonaro - Após a divulgação das primeiras mensagens, em junho, Bolsonaro deu declarações de apoio ao ministro, mas também disse que não existe 100% de confiança. Destruição de provas - Logo que a Polícia Federal prendeu quatro suspeitos de hackear autoridades e captar suas mensagens no aplicativo Telegram, Moro disse que o material apreendido seria destruído. Tanto a PF quanto Bolsonaro afirmaram que essa decisão não cabia ao ministro -essa competência é da Justiça. STF - Bolsonaro havia afirmado que prometeu a Moro uma vaga no STF ao convidá-lo para assumir o ministério da Justiça. Depois, voltou atrás e afirmou que não houve combinado. O presidente também tem afirmado que pretende indicar alguém "terrivelmente evangélico" para uma das duas vagas que devem ser abertas até 2022 e deu a entender que pode nomear o atual ministro da Advocacia-Geral da União, André Luiz Mendonça. ​Perda do Coaf - Criado em 1998, o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) é um órgão de inteligência financeira que investiga operações suspeitas. Ao assumir a Presidência, Bolsonaro tirou o Coaf do Ministério da Economia (antiga Fazenda) e o colocou na pasta de Moro, a Justiça. O ex-juiz acabou derrotado depois que o Congresso devolveu o Coaf à Economia (sob Paulo Guedes) ao analisar a MP da reforma administrativa do governo federal. Agora, o Coaf, que passa a se chamar UIF (Unidade de Inteligência Financeira), foi transferido para o Banco Central. O chefe do órgão e aliado de Moro, Roberto Leonel, foi substituído por Ricardo Liáo, funcionário de carreira do BC. Decreto das armas - Seu primeiro revés foi ainda em janeiro. O ministro tentou se desvincular da autoria da ideia de flexibilizar a posse de armas, dizendo nos bastidores estar apenas cumprindo ordens do presidente. Teve sua sugestão ignorada de limitar o registro por pessoa a duas armas -o decreto fixou o número em quatro. Laranjas - No caso do escândalo de candidaturas de laranjas, enquanto Moro deu declarações evasivas, dizendo que a PF iria investigar se "houvesse necessidade" e que não sabia se havia consistência nas denúncias, Bolsonaro determinou dias depois, de forma enfática, a abertura de investigações para apurar o esquema. Ilona Szabó - Moro teve de demitir a especialista em segurança pública por determinação do presidente, após repercussão negativa da nomeação. Ilona Szabó já se disse contrária ao afrouxamento das regras de acesso a armas e criticou a ideia de ampliação do direito à legítima defesa que está no projeto do ministro. Até hoje, Moro não nomeou um substituto.

  • Estudante foi eliminada do Enem no lugar de sua xará
    Notícias
    O Globo

    Estudante foi eliminada do Enem no lugar de sua xará

    Rebecca Campos foi confundida com candidata homônima, que teve sua prova recolhida por causa de toque de celular. Depois de caso viralizar nas redes sociais, erro foi corrigido pelo Inep

  • Peru reforçará vigilância em Machu Picchu após danos de turistas
    Notícias
    AFP

    Peru reforçará vigilância em Machu Picchu após danos de turistas

    O Peru aumentará em fevereiro com 18 câmeras a vigilância da cidadela inca de Machu Picchu, depois que seis turistas estrangeiros causaram danos e profanaram um templo, informou terça-feira a autoridade do sítio arqueológico.

  • Torcida do Flamengo zoa Abel Braga e Vasco após clássico; veja memes
    Notícias
    Extra

    Torcida do Flamengo zoa Abel Braga e Vasco após clássico; veja memes

    Após vitória por 1 a 0 sobre o Vasco na noite de ontem, o Flamengo manteve a invencibilidade no...

  • Letícia Lima e Daniel Rocha terminam affair que viviam desde o ano passado
    Notícias
    Extra

    Letícia Lima e Daniel Rocha terminam affair que viviam desde o ano passado

    Eles nem chegaram a assumir a relação e já terminaram. Letícia Lima e Daniel Rocha puseram fim ao...

  • Visual de Manu Gavassi, do 'BBB20', gera memes na web: 'Beiçola'
    Notícias
    Extra

    Visual de Manu Gavassi, do 'BBB20', gera memes na web: 'Beiçola'

    Uma das participantes mais populares do "Big Brother Brasil 20", Manu Gavassi já tem virado meme...

  • Cármen Lúcia cassa decisão que permitia aplicação da ‘cura gay’
    Notícias
    O Globo

    Cármen Lúcia cassa decisão que permitia aplicação da ‘cura gay’

    A ministra já havia suspendido a decisão da 14ª Vara Federal do DF em abril de 2019

  • Modo noturno no WhatsApp é liberado para Android como teste
    Notícias
    Extra

    Modo noturno no WhatsApp é liberado para Android como teste

    Nesta terça-feira (21), o modo noturno do Whatsapp começou a ser liberado para alguns telefones...

  • Queiroz, suspeito de participar da morte de Marielle, tem o mesmo perfil de ódio pela esquerda que Ronnie Lessa
    Notícias
    O Globo

    Queiroz, suspeito de participar da morte de Marielle, tem o mesmo perfil de ódio pela esquerda que Ronnie Lessa

    A constatação é do MPRJ ao analisar páginas na internet acessadas pelo acusado, após a quebra de sigilo de dados no celular do ex-PM

  • Notícias
    Extra

    Atriz mirim pede para sair de programa de TV após aparecer agredindo gato em vídeo

    A atriz mirim sul-coreana Koo Sa-rang, de 8 anos, pediu para se afastar de um programa infantil da...

  • Casamento de Skaf com Bolsonaro expõe o racha na Fiesp
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Casamento de Skaf com Bolsonaro expõe o racha na Fiesp

    Após críticas de empresários, presidente da entidade reafirma apoio ao governo e fala em "rumo certo"

  • Maia reage e diz que decisão de Fux sobre juiz das garantias desrespeita Parlamento
    Notícias
    Folhapress

    Maia reage e diz que decisão de Fux sobre juiz das garantias desrespeita Parlamento

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quarta-feira (22) que a decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, de suspender a implementação do juiz das garantias é desnecessária e desrespeitosa.  "Eu acho que a decisão do ministro Fux é desnecessária e desrespeitosa com o Parlamento brasileiro e com o governo brasileiro, com os outros Poderes", afirmou à reportagem.  Maia disse que depois de um primeiro semestre turbulento, com embates entre Executivo, Legislativo e Judiciário, os Poderes haviam estabelecido relação harmoniosa. Segundo ele, essa decisão gera "perplexidade, indignação" do Congresso e é um mau sinal para investidores. "Não podemos entrar em fevereiro com uma boa expectativa de crescimento, com o STF dando uma sinalização muito ruim para o Brasil e para os investidores estrangeiros no nosso país", disse.  "Como alguém pode investir no Brasil chegando aqui e abrindo o jornal e vendo o ministro do Meio Ambiente quase defendendo as queimadas? Do outro lado o ex-procurador-geral da República dizendo que quase matou um ministro do STF, e agora o vice-presidente do STF tomando uma decisão inócua, sem nenhum tipo de diferença em relação à anterior porque o outro dava um prazo para a execução da matéria e certamente seria julgada antes da implementação do juiz de garantias, e ele desfaz a decisão do próprio presidente do Supremo?", disse. "Quem confiaria em um país que passa por esses obstáculos de forma cotidiana?", afirmou.  Maia afirmou ainda que o presidente do STF, Dias Toffoli, cuja decisão foi revogada por Fux, foi "o principal atacado hoje [quarta-feira]" e que ele foi o "principal condutor" das conversas que levaram a uma pacificação das relações entre os chefes dos Poderes em 2019, quando Maia e o presidente Jair Bolsonaro travaram diversos embates. "Eu confio no STF, confio nos seus ministros e confio principalmente na presidência do presidente Dias Toffoli, que na sua volta eu tenho certeza de que vai restabelecer a normalidade na relação de equilíbrio entre os Poderes", afirmou Maia.

  • Leonardo DiCaprio chama Brad Pitt de 'amante'
    Notícias
    O Globo

    Leonardo DiCaprio chama Brad Pitt de 'amante'

    Segundo Pitt, apelido é um 'pouco confuso'

  • Após exames, Lula passa a usar aparelhos auditivos nos dois ouvidos
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Após exames, Lula passa a usar aparelhos auditivos nos dois ouvidos

    Logo depois de deixar a prisão, em novembro do ano passado, o petista foi ao médico e passou por exames que mostraram uma perda auditiva

  • Macron discute com policiais israelenses na Cidade Velha de Jerusalém
    Notícias
    AFP

    Macron discute com policiais israelenses na Cidade Velha de Jerusalém

    O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu com insistência nesta quarta-feira a policiais israelenses que o deixassem entrar na igreja de Santa Ana de Jerusalém, constatou a AFP.

  • Deputados russos aprovam emendas constitucionais de Putin
    Notícias
    AFP

    Deputados russos aprovam emendas constitucionais de Putin

    Após menos de duas horas de debate, os parlamentares russos aprovaram por unanimidade, nesta quinta-feira (23), as emendas constitucionais anunciadas na semana passada pelo presidente Vladimir Putin.

  • Para Gilmar, denúncia contra Glenn afronta sua decisão
    Notícias
    Folhapress

    Para Gilmar, denúncia contra Glenn afronta sua decisão

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Para o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), a denúncia do Ministério Público Federal contra o jornalista Glenn Greenwald desrespeita a decisão que deu em agosto do ano passado. O entendimento do ministro é que o oferecimento da denúncia é um ato que visa à responsabilização do fundador do site The Intercept Brasil. O despacho de Gilmar determinava justamente que as autoridades públicas e seus órgãos de apuração se abstivessem de “praticar atos que visem à responsabilização do jornalista Glenn Greenwald pela recepção, obtenção ou transmissão de informações publicadas em veículos de mídia, ante a proteção do sigilo constitucional da fonte jornalística”. O MPF denunciou nesta terça-feira (21) sete pessoas sob acusação de envolvimento no caso. Glenn foi denunciado pelo procurador Wellington Oliveira pelos crimes de associação criminosa e interceptação telefônica ilegal.

  • Acusado de agredir jornalistas, Bolsonaro decide não dar mais entrevistas
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Acusado de agredir jornalistas, Bolsonaro decide não dar mais entrevistas

    Ele disse querer falar com a imprensa, mas que como tem sido acusado de agredir os jornalistas não iria se pronunciar

  • Príncipe Harry chega ao Canadá para iniciar nova vida com Meghan e seu filho
    Notícias
    AFP

    Príncipe Harry chega ao Canadá para iniciar nova vida com Meghan e seu filho

    O príncipe Harry viajou para o Canadá para encontrar sua esposa, Meghan, e seu filho, Archie, com quem inicia uma nova vida "mais independente", após o polêmico anúncio de sua retirada da família real britânica. A mudança, entretanto, não conseguiu livrar o casal dos paparazzis.