Mais de 300.000 migrantes hondurenhos foram repatriados em cinco anos

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A migrante hondurenha Rosa Baquedano (à direita), que retorna voluntariamente a seu país, é fotografada com outros migrantes, ao lado de uma placa que diz "Bem-vindo a Honduras", em El Florido, Chiquimula, Guatemala, em 19 de janeiro de 2021

Um total de 307.573 hondurenhos foram repatriados nos últimos cinco anos, a maioria dos Estados Unidos, para onde muitos vão por motivos econômicos e familiares, informou o governo na segunda-feira (8).

O Sistema Integral de Atenção ao Migrante Retornado (Siamir) do governo detalhou em relatório digital que entre os repatriados 251.005 são adultos e 56.568 crianças sem a companhia de maiores de idade.

Em 2020, o número de pessoas deportadas diminuiu devido à nova pandemia de coronavírus, com um total de 34.286, ante 98.094 em 2019.

De acordo com o relatório, 3.049 hondurenhos voltaram até agora em 2021. Entre eles estão os que voltaram da Guatemala e fizeram parte de uma caravana que partiu no dia 15 de janeiro da cidade de San Pedro Sula, no norte do país.

O Siamir explicou que a migração de hondurenhos ocorre por motivos econômicos, pela reunificação familiar e pela violência que atinge os bairros onde vivem.

Ainda segundo o sistema, a migração de hondurenhos ocorre por motivos econômicos, pela reunificação familiar e pela violência que atinge os bairros onde vivem.

Mais de um milhão de hondurenhos vivem nos Estados Unidos, cujas remessas injetaram quase 6 bilhões de dólares na economia no ano passado, o equivalente a 20% do Produto Interno Bruto (PIB).

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