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"Mais armas pesadas" para a Ucrânia

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Os líderes de sete países europeus que são membros da Aliança Atlântica, entre eles o primeiro-ministo português, prometeram o apoio às candidaturas da Suécia e da Finlândia e ao fornecimento de mais armas pesadas para ajudar a Ucrânia a combater a Rússia. O apoio foi manifestado depois de uma reunião informal na residência oficial do Primeiro Ministro holandês, Mark Rutte, em Haia.

"A minha mensagem sobre a adesão da Suécia e da Finlândia é que me congratulo vivamente com isso", disse o Secretário-Geral da NATO, que também esteve presente. "É uma decisão histórica, irá fortalecê-los e irá fortalecer-nos", afirmou. Para Jens Stoltenberg, a aliança também tem de levar a sério as preocupações levantadas pelo presidente turco, que vetou a adesão dos dois países até que estes alterem as suas políticas de apoio aos militantes curdos considerados por Ancara como terroristas. "Não há outro aliado da NATO que tenha sofrido mais ataques terroristas do que a Turquia", disse Stoltenberg.

Depois do encontro, o primeiro- ministro polaco criticou o apoio que até agora foi prestado à Ucrânia. "Não temos feito o suficiente para apoiar o povo ucraniano na defesa da sua liberdade e soberania. E é por isso que vos exorto e pedi que fizessem muito mais para entregar armas, artilharia à Ucrânia", disse Mateusz Morawiecki. "Onde está a nossa credibilidade se a Ucrânia falhar? Podemos imaginar que a Ucrânia fracassa e voltamos à normalidade? Espero que não", acrescentou.

Ontem, de visita à Roménia, o presidente francês alertou para a necessidade do Ocidente “ser capaz de se defender” e disse que o batalhão multinacional da Aliança naquele país servirá como um “poderoso impedimento” contra um eventual ataque. Esta quarta feira, Emmanuel Macron visita a Moldávia, e depois há a possibilidade de viajar até Kiev.

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