Mais assessores de Trump são chamados a depor sobre ataque ao Capitólio

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Kayleigh McEnany e Stephen Miller fizeram declarações promovendo as alegações infundadas de Trump sobre fraude eleitoral (AFP/Brendan Smialowski)
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O painel que investiga o ataque de 6 de janeiro ao Capitólio dos Estados Unidos emitiu uma nova rodada de intimações nesta terça-feira (9) para alguns dos subordinados mais importantes do então presidente Donald Trump, incluindo a porta-voz Kayleigh McEnany e seu homem de confiança Stephen Miller.

"Como secretária de imprensa da Casa Branca, você fez várias declarações públicas na Casa Branca e em outros lugares sobre uma suposta fraude nas eleições de novembro de 2020, que foram ecoadas por aqueles que atacaram o Capitólio dos Estados Unidos em 6 de janeiro", disse o comitê em sua convocação a McEnany.

Miller, o poderoso arquiteto da política anti-imigração de Trump, também foi chamado a comparecer, por ter preparado com sua equipe o discurso feito pelo magnata republicano durante a manifestação perto da Casa Branca que precedeu o atentado à sede do Congresso.

Também foram intimados nesta terça outros oito ex-funcionários do governo Trump, incluindo o assistente pessoal Nicholas Luna, o vice-chefe de gabinete da Casa Branca, Christopher Liddell e Keith Kellogg, que na época era assessor de segurança nacional do vice-presidente Mike Pence.

"Acreditamos que as testemunhas nomeadas hoje têm informações relevantes e esperamos que colaborem plenamente com a investigação da comissão especial enquanto trabalhamos para obter respostas para o povo americano", afirmou o presidente do comitê, Bennie Thompson.

Na segunda-feira, o painel exigiu o depoimento de seis ex-assessores de Trump e funcionários de campanha enquanto expandia sua investigação sobre as ações do próprio Trump momentos antes e durante a violência que tomou o Capitólio.

Como parte dessa investigação, a comissão já entrevistou mais de 150 pessoas, de acordo com a congressista republicana Liz Cheney.

Outro ex-assessor do Trump, Steve Bannon, se recusou no mês passado a colaborar, levando os legisladores a pedirem que ele fosse acusado de desacato.

Em 6 de janeiro de 2021, milhares de apoiadores de Trump invadiram o Capitólio em um esforço para anular a vitória eleitoral do presidente Joe Biden. Cinco pessoas, incluindo um policial, foram mortas em meio aos distúrbios e dezenas de agentes ficaram feridos.

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