Mais da metade dos estagiários trabalha no modelo híbrido ou em home-office

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A pandemia provocou a digitalização de muitos aspectos de nossas vidas, inclusive o trabalho. O home office — que não era comum — foi adotado preponderantemente nas atividades em que isso foi possível. Como consequência, milhares de jovens passaram a ingressar no mercado de trabalho sem nenhum contato presencial com a equipe ou com os chefes. Levantamento da Companhia de Estágios revelou que a maioria dos estagiários trabalha hoje em modelos remoto ou híbrido.

Dentre os entrevistados, 38% estão ainda de home office, 16,5% atuam em sistema híbrido e 45,5% trabalham de forma presencial. Na maior parte dos casos, a busca pela vaga tem o objetivo de adquirir experiência (56,9%) e facilitar a entrada em uma vaga formal (18,1%).

Para a especialista em RH e Desenvolvimento Humano da Degoothi, Cláudia Marchi, não há prejuízos em iniciar uma nova experiência de modo remoto. No entanto, o profissional precisa buscar conhecer a cultura da empresa onde estará inserido.

— Nas reuniões virtuais, fique atento aos comportamentos, às linguagens das pessoas, ao ritmo das agendas. É preciso observar as singularidades do empregador — comenta Marchi: — É claro que isso no presencial é muito mais fácil do que atrás de uma tela de computador.

A especialista acrescenta ainda que as habilidades comportamentais são importantes nesse cenário.

— A escuta atenta, a comunicação e a empatia, por exemplo, são aspectos que podem ser potencializados. É preciso ter cuidado para não impessoalizar as relações com as pessoas e, ao regressar para um ambiente físico, carregar essa experiência. Por exemplo, no escritório, abandonar o hábito de dar bom dia ou ir à mesa do colega tirar uma dúvida — conclui.

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