Maitê Proença fala sobre sua 'Playboy', que vai virar filme, e comenta ida de Regina Duarte para a pasta da Cultura

Maria Fortuna
Maitê Proença comenta seu apoio a Regina Duarte

No último sábado (25), Regina Duarte usou sua conta no Instagram para agradecer o apoio dado por Maitê Proença: "Que alegria mais uma vez ter você comigo, do meu lado, colega querida que tanto admiro. Vamos juntas! Precisamos lutar pela pacificação e pela união de nossa classe". Num post anterior de Regina, Maitê havia desejado sucesso à colega, que provavelmente assumirá a pasta da Cultura do governo Bolsonaro. Ela devará substituir Roberto Alvim, demitido por ter copiado um discurso do ministro de propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels, em um vídeo oficial.

Durante as eleições, Maitê foi voz dissonante entre a classe artística ao sair em defesa do direito de escolha de Regina, que havia declarado apoio a Bolsonaro. Na ocasião, também virou vidraça. Maitê falou ao Globo sobre o apoio à Regina, o que espera dela à frente da secretaria da Cultura.

- Sei de muita gente da classe que apoia a Regina, mas não tem coragem de vir a público. Com esse imediatismo, tende-se a esquecer da pessoa que conhecemos há 55 anos, da cultura, que prestou serviços, é e sempre foi honesta e bem intecionada. A Regina se tornou uma pessoa mais conservadora ao longo dos anos, mas isso não a torna perversa - diz. - Acho que vai ficar feio para o governo usá-la e jogar fora depois, porque ela é adorada pelas pessoas.

A atriz fala também sobre seu novo projeto, um documentário dirigido por Bob Wolfenson sobre seu ensaio na "Playboy", em 1996, feito na Sicília, Itália.

- Eu andava com uma capa, tirava e estava nua. Era como um circo passando pela cidade, um alvoroço. A gente era colocado para correr pela polícia. Não tinha autorização. O prefeito aparecia, nos mandava embora e a gente saía correndo.

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