Maitê Proença fala sobre cantadas nas redes sociais: "Ninguém fez o sino tocar"

Giselle de Almeida
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A atriz Maitê Proença. Foto: reprodução/Instagram/eumaiteproenca
A atriz Maitê Proença. Foto: reprodução/Instagram/eumaiteproenca

Resumo da notícia

  • Maitê Proença, que disse estar à procura de um namorado, ainda não encontrou um amor

  • Além de paquera, atriz conta receber muitas mensagens de ódio pelas redes sociais

  • No ar em duas reprises no Viva, ela lembrou passagens marcantes dos bastidores

Desde que revelou recentemente, nas redes sociais, que estava à procura de um namorado, Maitê Proença recebeu mensagens de alguns "pretendentes". Mas a atriz de 63 anos permanece solteira, à espera de um amor.

"Ninguém fez o sino tocar", afirmou, em entrevista à coluna de Patrícia Kogut, do jornal "O Globo".

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No entanto, as conversas da intérprete com seus seguidores nas redes sociais, onde se mantém bastante ativa durante a pandemia, podem ser mais complicadas, a depender do assunto abordado.

"Toda vez que o assunto é político vem uma enxurrada de mensagens de ódio. São robôs e um ou outro indivíduo pouco esclarecido. Em geral a minha visão sobre as coisas não é fechada. Se eles tivessem vontade de escutar e ver perceberiam que não falo para agredir", comentou.

Atualmente no ar nas reprises das novelas "O Salvador da Pátria" (1989) e "Da cor do pecado" (2004), no canal Viva, Maitê guarda boas recordações de ambos os trabalhos, principalmente o companheirismo dos colegas. 

Durante a trama de Lauro Cesar Muniz, em que vivia a professora Clotilde, a atriz ficou comovida com a reação do colega Lima Duarte, que dava vida a Sassá Mutema, quando ela precisou lidar com o luto após o suicídio do pai.

"Quando voltei da morte do meu pai, Lima, que conhecia as circunstâncias, ficou tão emocionado no set que não conseguia dizer o texto, balbuciava trêmulo. Ainda assim, como é um ator magistral, tudo que precisava ser expressado se manifestou naqueles murmúrios e deu para entender perfeitamente do que tratava a cena. Foi lindo de chorar", contou.

O clima foi bem mais leve nos bastidores da história de João Emanuel Carneiro, em que os personagens de Maitê e de Ney Latorraca criavam avestruzes para revender os ovos das aves.

"O personagem do Ney colocava música romântica e diminuía a luz para ver se os bichos cruzavam. Nós dois ficávamos escondidos atrás das poltronas olhando. Eles (os avestruzes) gostam de brilho, e minha personagem era uma perua coberta de bijuterias douradas. Então, eu tinha que tomar cuidado para não comerem minhas orelhas", recordou.