Major Olímpio ataca 'negacionismo criminoso' do governo e desiste de sua candidatura no Senado

RENATO MACHADO E THIAGO RESENDE
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*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF,  18.10.2019 - O senador Major Olímpio (PSL-SP). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 18.10.2019 - O senador Major Olímpio (PSL-SP). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O senador Major Olímpio (PSL-SP) abriu mão da candidatura à presidência do Senado e, em discurso na sessão de eleição desta segunda-feira (1º), criticou o governo de Jair Bolsonaro por conta das falhas no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

"Hoje o país está desesperado. Mais de 200 mil mortos e nós estávamos de recesso", afirmou em crítica "Negacionismo criminoso de presidente da República e de ministro da Saúde [Eduardo Pazuello], ministro criminoso que é criminoso por ação e por omissão".

Major Olímpio também lembrou o caso das rachadinhas —que envolve Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ)— e atacou o sistema de alianças para a eleição que será realizada nesta segunda-feira. "Não consigo entender uma aliança Bolso-petista", se referindo ao apoio do PT ao candidato do governo, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

No fim do discurso, ele anunciou que desistiu da candidatura e que o PSL irá apoiar a senadora Simone Tebet (MDB-MS). Além de Olímpio, o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) também abriu mão da candidatura para apoiar Tebet. No entanto, o favorito na disputa é Pacheco.