Manaus fica sem ônibus, tem aulas suspensas e muda vacinação contra a Covid-19 após onda de ataques

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RIO — A prefeitura de Manaus suspendeu nesta segunda-feira a realização de aulas presenciais e o funcionamento de serviços administrativos e de saúde por conta de uma onda de ataques criminosos ocorridos na cidade e na região metropolitana desde a madrugada de domingo. Até o momento, 14 suspeitos foram presos, segundo a Secretaria de Segurança Pública do estado (SSP-AM).

Em nota, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) informou que a operação da frota do transporte coletivo foi suspensa nesta manhã "por motivo de força maior".

O funcionamento de Unidades Básicas de Saúde, Clínicas da Família e outros centros de atendimento em saúde têm previsão de iniciar às 11h, incluindo o processo de vacinação contra a Covid-19. A administração municipal ressalta, porém, que "a confirmação dependerá dos próximos acontecimentos, a fim de que a gestão tenha tempo para definir programação estratégica, que garantam a segurança dos trabalhadores, do público e das vacinas".

A SSP informou no início da noite de domingo que um comitê de crise foi instaurado para apurar as circunstâncias dos ataques e reforçou o policiamente na capital e nas demais cidades afetadas. De acordo com o Centro de Operações Bombeiro Militar (Cobom), ao menos 16 veículos foram queimados, assim como um estabelecimento comercial e um transformador de energia elétrica. Ao todo, 14 ônibus e duas viaturas foram incendiadas. Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foi interceptada por criminosos.

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