Mancini viu um jogo imaginário do Corinthians no empate contra o lanterna paraguaio

Alexandre Praetzel
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Vagner Mancini e o Corinthians sofreram no Paraguai. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF
Vagner Mancini e o Corinthians sofreram no Paraguai. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF

Bastou o Corinthians enfrentar um time mais físico e competitivo num torneio maior do que o Campeonato Paulista para que suas deficiências ficassem ainda mais afloradas. O Corinthians estreou na Copa Sul-Americana com um empate contra o lanterna do Campeonato Paraguaio. Isso mesmo. 

De time da década de 2011 a 2020, com grandes títulos conquistados com meritocracia, o Corinthians terminou apenas com um 12º lugar na Série A do Brasileiro. O ano de 2021 começou com o time bem classificado no Estadual e na terceira fase da Copa do Brasil, mesmo com atuações muito discutíveis. 

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O confronto diante o River Plate do Paraguai escancarou a falta de qualidade da equipe. O Corinthians foi anêmico na criação de jogadas e ineficiente nas poucas finalizações possíveis. Ainda viu o adversário acertar o travessão de Cássio. 

Vagner Mancini disse que o Corinthians merecia ganhar o jogo, num depoimento sobre um jogo imaginário, algo constante em entrevistas de alguns treinadores. Mancini começou com uma formação experiente por causa da competitividade do torneio, lançando a garotada num desespero final. Não adiantou. 

O empate em Assunção é um ponto ganho pelo momento corintiano, mas um vexame e mais uma exclamação de que o elenco não vai aguentar competições maiores. Os jogadores parecem compreender essa dificuldade, atuando melhor no limitado Paulistão, talvez o único título plausível na temporada.

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