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Manifestantes invadem palácio presidencial no Sri Lanka

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Depois da demissão do primeiro-ministro do Sri Lanka é a vez do presidente renunciar ao cargo. De acordo com o porta-voz do Parlamento do referido país, Gotabaya Rajapaksa concordou apresentar demissão na próxima quarta-feira.

O primeiro-ministro do Sri Lanka, Ranil Wickremesinghe, tinha já anunciado que abandona o cargo depois de os líderes dos partidos com assento parlamentar terem exigido a sua demissão e a do presidente.

Este sábado dezenas de milhares de pessoas quebraram as barricadas e invadiram a residência presidencial e o gabinete do presidente, na capital comercial do país, Colombo. Um protesto acalorado contra o agravamento da crise económica pelo qual responsabilizam os governantes.

Nas ruas, um advogado dizia parecer-lhe que "a luta das pessoas" estava "a avançar com sucesso" e desejava que tudo corresse bem para que possam realizar mudanças positivas no país.

Os partidos da oposição no Parlamento estavam já a discutir a formação de um novo governo enquanto o presidente permanece em parte incerta.

A economia do Sri Lanka está em colapso, confiando na ajuda da Índia e de outros países enquanto os seus líderes tentam negociar um plano de salvamento com o Fundo Monetário Internacional. O declínio económico levou a uma grave escassez de bens essenciais.

A crise levou a meses de protestos, que derrubaram a dinastia política de Mahinda Rajapaksa que governou, como presidente ou primeiro-ministro, de 2004 a maio de 2022.

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