Manifestantes não poderão portar armas de fogo em atos de 7 de setembro, diz PMSP

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A woman handles a pistol at a gun shop in Sao Caetano do Sul, Sao Paulo, Brazil on October 30, 2015. Brazil, which has one of the highest murder tolls on the planet, could soon end most restrictions on gun ownership, risking what one critic called a
Manifestantes não poderão levar armas para manifestações em São Paulo no 7 de setembro (Foto: Miguel Schincariol/AFP via Getty Images)
  • Manifestantes não poderão portar armas de fogo ou de qualquer outro tipo nas manifestações de 7 de setembro na cidade de São Paulo

  • Segundo a PMSP, mesmo os policiais militares que comparecerem não podem levar armas

  • Manifestantes serão revistados antes de entrarem no local dos atos

A Polícia Militar de São Paulo se encontrou com organizadores do ato a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que acontecerá na Avenida Paulista, em 7 de setembro. A corporação definiu que os manifestantes não poderão levar armas de fogo ou qualquer outro armamento.

O coronel Alexandre Cesar Prates, comandante da área central da capital paulista, os manifestantes serão revistados antes de entrar na Avenida Paulista.

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“Não poderão estar portando armas, bastões, soco inglês ou qualquer coisa que possa atentar contra os direitos de qualquer pessoa. A responsabilidade da segurança dos manifestantes é dos senhores”, afirmou. “Ao chegarem nos locais das manifestações, todos serão fiscalizados. Bolsas e coisas afins. Proibido qualquer material que atente contra a segurança dos manifestantes e das pessoas que estão no entorno.”

A regra, segundo o coronel, vale também para os policiais que comparecerem à manifestação. A expectativa é de que haja um grande número de PMs na manifestação, tanto na ativa quanto da reserva.

Atos contrários a Jair Bolsonaro

O coronel Prates também se reuniu com movimentos sociais, que farão manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro, que acontecerão no mesmo dia no Vale do Anhangabaú. A distância entre os locais é de 4 quilômetros.

Inicialmente, a manifestação contrária a Bolsonaro havia sido vetada pelo governo paulista, mas a Justiça permitiu que o ato acontecesse.

O PM pediu para que os manifestantes dos dois lados evitem confronto. “Cuidado com as palavras que falarão nas manifestações. Vocês são responsáveis pelo movimento das pessoas que estão lá. Qualquer palavra que interpretada de forma errada... Vocês são responsáveis pelo movimento e podem ocasionar um grande acidente envolvendo todas as pessoas”, pediu.

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