Mansão de Leandro Hassum em Orlando está à venda por R$ 3,6 milhões

Leandro Hassum. Foto: reprodução/Instagram/leandrohassum

Prestes a se mudar para uma nova residência, Leandro Hassum colocou à venda a atual mansão, onde mora com a família em Orlando, nos Estados Unidos. O imóvel está disponível por R$ 3,6 milhões.

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O ator fez o anúncio em seu Instagram e publicou um vídeo em que uma corretora faz um tour pelo local.

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A casa, que ocupa 465 metros quadrados, tem seis quartos, quatro banheiros e um lavabo, além de biblioteca / escritório e home theater personalizado.

Segundo a imobiliária, a área externa oferece uma grande área de churrasco e piscina, com vista para o lago.

“É perfeito para quem procura a tranquilidade de uma cidade pequena com toda a estrutura de uma cidade grande”, explica a corretora, acrescentando que a região tem excelentes escolas, bons restaurantes e um novo centro comercial.

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    Primeira-dama Michelle Bolsonaro anuncia que seu exame de Covid-19 deu negativo

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A primeira-dama Michelle Bolsonaro anunciou nas redes sociais que seu exame para detectar o coronavírus deu resultado negativo, assim como o de suas duas filhas. Michelle realizou os testes depois que exames do presidente Jair Bolsonaro indicaram a presença do novo coronavírus, na terça-feira (7). Também moram no Palácio da Alvorada a caçula do casal, Laura, e Letícia, filha de Michelle e enteada de Bolsonaro. Michelle divulgou o resultado dos testes no Instagram. "Minhas filhas e eu, testamos negativo para Covid-19. Agradeço as orações", escreveu. Desde que foi infectado pelo coronavírus, Bolsonaro, 65 anos, adotou uma rotina de isolamento de seus familiares, para evitar riscos de contaminação. O presidente passou a dormir em um quarto isolado, longe da primeira-dama, e adaptou um dos dormitórios do Palácio da Alvorada em escritório. Em sua sala de despachos, o presidente tem à sua disposição televisão, computador, telefone, impressora e um aparelho para videoconferências. Segundo relataram interlocutores à Folha de S.Paulo, Bolsonaro tem sido auxiliado presencialmente pelo major Mauro Cid, o chefe da ajudância de ordens. Cid já teve Covid-19 e se recuperou da doença sem ter apresentado sintomas mais graves. De acordo com assessores presidenciais, quando deixa a sala de despachos, Bolsonaro tem utilizado máscara de proteção e evitado se aproximar de funcionários e familiares. Entusiasta do uso da hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19, Bolsonaro tomou a substância até a sexta-feira (10), embora ainda não haja comprovação científica sobre a sua eficácia. A expectativa é que Bolsonaro permaneça isolamento também durante a próxima semana. Desde terça, o governo federal começou a submeter a testes de coronavírus todos os funcionários do Palácio da Alvorada. A intenção é realizar o exame nos 107 assessores presidenciais que trabalham na residência oficial. Ministros que estiveram com Bolsonaro também se submeteram a exames.Os ministros Jorge Oliveira (Secretaria-Geral) e André Mendonça (Justiça) realizaram testes PCR, que deram negativo. Já os ministros Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Braga Netto (Casa Civil) fizeram o exame rápido e o vírus tampouco foi identificado. O ministro Augusto Heleno (Segurança Institucional) já teve Covid-19.

  • Política
    Folhapress

    Em meio à pandemia, STF pressiona contra redução salarial e corte de penduricalhos

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em meio à crise econômica desencadeada pelo novo coronavírus, o STF (Supremo Tribunal Federal) tem pressionado o Congresso para preservar o próprio salário e evitar a aprovação da redução de vencimentos e de jornada de trabalho de servidores públicos. A corte, inclusive, fez questão de declarar, nesta semana, a inconstitucionalidade de artigo da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) que permitia a diminuição de vencimentos do funcionalismo como alternativa para enfrentar problemas financeiros. Além do lobby em favor da própria remuneração, o Supremo também dá demonstrações de que não quer mexer nos chamados penduricalhos da magistratura, os benefícios que engordam o salários dos juízes. No último dia 23 de março, quando a pandemia já havia sido decretada, a corte retirou de pauta o julgamento que discute se juízes têm direito a licença-prêmio. O benefício prevê recesso remunerado de três meses a quem prestar cinco anos de serviço. Em alguns casos, servidores que não tiram a licença podem recebê-la em dinheiro ao se aposentar. A análise do caso havia sido incluída, em 19 de março, na sessão virtual da corte que começaria em 3 de abril. Quatro dias depois, no entanto, o relator da matéria, ministro Alexandre de Moraes, retirou o recurso de pauta. Há anos o excesso de penduricalhos e os supersalários são criticados, inclusive, por ministros do Supremo. A corte, no entanto, hesita em julgar casos que mexam nos vencimentos dos juízes. A decisão liminar (provisória) do ministro Luiz Fux que estendeu o auxílio-moradia a todos os magistrados do Brasil, por exemplo, durou quatro anos e sequer foi julgada pelo plenário. O próprio ministro revogou o benefício, mas sem deixar que a medida afetasse o bolso da categoria: a revogação só ocorreu após o então presidente Michel Temer garantir o reajuste de 16,32% no teto salarial, que é usado como base para calcular a remuneração dos juízes. A redução salarial discutida no Congresso neste ano também preocupava o STF porque mirava os salários mais altos. A articulação de deputados com o governo era prever um corte maior em categorias que têm remunerações elevadas. O presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, porém, já deixou claro aos presidente da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, respectivamente, que a corte discorda da medida. E, neste caso, o Ministério Público, que muitas vezes diverge do Judiciário, está unido com o STF. O procurador-geral da República, Augusto Aras, inclusive, fez movimento similar ao de Toffoli e também avisou aos chefes do Congresso que a proposta enfrenta resistência na categoria. Em relação à licença-prêmio, o processo chegou ao STF em maio de 2017 e, em outubro daquele ano, os ministros decidiram dar repercussão geral ao julgamento. Em outras palavras, o Supremo determinou que a decisão valerá para todos os processos do país que tratam do tema. Assim, caso o STF derrube a previsão do benefício para a magistratura, juízes de primeira e segunda instância que recebem a verba em razão de lei estadual aprovada nesse sentido também podem ser impactados. Se a decisão for favorável, o caso tem potencial para beneficiar os 16 mil magistrados brasileiros, uma vez que, com a decisão do STF, todos poderão requerer a licença-prêmio na Justiça e terão o direito assegurado. Apesar da análise prévia sobre o alcance do julgamento, o plenário nunca se debruçou sobre o tema para tomar uma decisão definitiva a respeito. O argumento dos magistrados é que integrantes do Ministério Público têm direito ao benefício e a Constituição prevê a simetria entre as duas carreiras. Ou seja, se promotores e procuradores têm direito, juízes também deveriam ter. Em alguns estados, o funcionário do MP que não usa a licença-prêmio passa a ter direito de recebê-la em dinheiro. Assim, se o servidor estiver no topo da carreira e receber o teto do funcionalismo, o que não é raro na magistratura, o funcionário tem direito a receber cerca de R$ 117,6 mil a mais a cada cinco anos. A retirada de pauta é mais um movimento da magistratura para não perder salários e benefícios em meio à pandemia. E o julgamento que fixou a repercussão geral ao caso, que ocorreu no plenário virtual, deu um indicativo de que não haverá unanimidade nem a favor nem contra a concessão do benefício. O relator, ministro Alexandre de Moraes, votou para reconhecer a repercussão geral e reafirmar a jurisprudência da corte no sentido de que juízes não têm direito ao benefício. Para Moraes, deveria ser aplicada à discussão a súmula vinculante do STF que proíbe o Poder Judiciário de "aumentar vencimentos de servidores sob o fundamento da isonomia" por não ter função legislativa. Moraes sugeriu que fosse fixada a seguinte tese a ser aplicada aos processos do país que discutem se juízes têm direito ao benefício: "É ilegítima a concessão de licença-prêmio aos membros do Poder Judiciário, bem como a indenização por sua não-fruição, com fundamento na isonomia em relação aos membros do Ministério Público, haja vista afrontar o disposto na Súmula vinculante 37". Os ministros concordaram por unanimidade dar repercussão geral ao caso, mas houve divergência em relação à tese proposta por Moraes. No mérito, porém, a maioria divergiu do ministro e afirmou que não há jurisprudência consolidada da corte sobre o tema.

  • Desmatamento recorde na Amazônia no primeiro semestre de 2020
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    AFP

    Desmatamento recorde na Amazônia no primeiro semestre de 2020

    O desmatamento na Amazônia brasileira alcançou um recorde no primeiro semestre de 2020. O aumento foi de 25%, totalizando 3.069,61 km2. N°1KF6F2N°1TO56E