Manu Gavassi conquista público, emplaca músicas antigas e ganha mais de 3 mi de seguidores

FERNANDA PEREIRA NEVES
***FOTO DE ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 09.10.2015 - A cantora Manu Gavassi antes do show da cantora Sandy, no Tom Brasil, em São Paulo. (Foto: Greg Salibian/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A entrada de Manu Gavassi no Big Brother Brasil 20 parecia despretensiosa. Uma experiência divertida, ela mesma torcia em sua apresentação antes do reality. No jogo, houve dúvidas se estava sendo protagonista ou "enfeite de pódio". Mas ninguém nesta edição tem movimentado tanto a web com suas caras e bocas e tiradas inusitadas como ela. 

No meio artístico desde a adolescência, Manu entrou no programa por causa das novidades desta edição, que dividiu a casa entre os já tradicionais anônimos e um grupo de convidados famosos. Apesar de alguns não lembrarem, seu currículo inclui três álbuns musicais, duas novelas da Globo e o livro de ficção "Olá, Caderno? (Rocco, 2017), além de webséries e até peça de teatro. 

Mas no BBB, Manu conquistou o telespectador de outra forma. Logo em sua entrada, ela já demonstrou um jeito meio deslocado e virou meme nas redes sociais ao entrar na casa sozinha, em silêncio, parecendo confusa, e não eufórica como geralmente acontece. "A grama é artificial?", questionou ela, desmanchando seu sorriso amarelo. 

E desde então, os memes não pararam. Inventou passinhos próprios para dançar funk, mexendo mais as mãos que o bumbum; desistiu da primeira prova do líder por acreditar que era uma pegadinha do programa; e mostrou pouca familiaridade com os pesos da academia do reality. 

Mas foi mesmo a posição de Manu diante do infame Teste de Fidelidade, organizado por alguns participantes, que deu destaque a sua participação no programa. A menina, que dez anos atrás fez sucesso com músicas bem pessoais e lançou a moda das headbands, levantou a bandeira do feminismo, falou de empatia e deu aula de sororidade. 

"Se a gente parar para pensar como isso é ofensivo para a gente, imagina quantas mulheres não apanham e não morrem por não conseguir se desvencilhar de caras que fazem esse tipo de comentário", chegou a dizer ela para a colega Bianca Andrade, 25, a Boca Rosa. 

Na ocasião, o concorrente Felipe Prior questionou o significado da palavra. Depois de um "lá fora você aprende", disparado pela artista, veio a explicação: "sororidade é quando você se junta por uma causa com as meninas". "Mas essa causa é só até o final do programa?", voltou a questionar ele. "Até o final da minha vida", finalizou Manu. 

O radialista Zé Luiz, pai de Manu se diz orgulhoso pela posição da filha: "Ela é assim, a irmã dela é assim e eu sou assim. Sabemos que pagamos preços por isso, mas a gente tem orgulho de ser assim. Manu sempre foi uma artista de um determinado nicho, agora essa artista está sendo exposta para o grande público, pro país", afirma.  

E parece que o público está aprovando esse outro lado da artista. Se Marcela surpreendeu a todos angariando mais de 3,3 milhões de seguidores no Instagram, em menos de um mês de programa, Manu ficou logo atrás, saltando de 4,4 milhões para 7,6 milhões --a participante famosa que mais ganhou seguidores dentro do programa. 

Como se não bastasse, ela ainda tem uma torcida de peso do lado de fora: Bruna Marquezine, que tem usado suas redes sociais para atualizar os fãs desprovidos de pay-per-view e comentado acontecimentos de dentro da casa. "Você trate de ganhar esse programa, eu vou mandar fazer camisa", brincou ela ao saber da participação da amiga. 

No âmbito pessoal, alguns frutos já aparecem: as músicas "Planos Impossíveis", que Manu lançou em 2010, e "Farsa", de 2015, apareceram na lista Top 50 Virais do Spotify. Já em relação aos seus ideais, as buscas pela palavra sororidade cresceram 250% no Google após ter sido usada por ela em uma das votações do BBB. 

CHORO DENTRO E FORA DA CASA

Apesar do número de fãs, das brincadeiras online e dos debates ideológicos do lado de fora da casa do BBB, Manu Gavassi tem protagonizado muitos momentos de choro e reflexão no confinamento. "Eu ia pedir para sair hoje. Se eu estou numa casa em que caras podem fazer isso, o que eu estou fazendo aqui?", chegou a revelar ela. 

Naquele momento, do lado de fora, o pai da artista chorava: "Eu me emociono. Um minuto atrás [na tarde de quarta, 12] eu estava chorando, por que a Manuela estava chorando. Se eu conheço minha filha, ela está pensando 'continuo nisso aqui?', 'o que será que está acontecendo?', 'as pessoas têm a mesma leitura de jogo que eu?'". 

Também acompanhando e, às vezes, chorando do lado de fora da casa está o namorado de Manu, Igor Rodrigues, 28. Mas para ele, o momento mais emocionante até agora foi o pedido de namoro que ela fez a ele, com um cartaz na mão, no primeiro dia de confinamento. Antes disso, ela pretendia deixá-lo no anonimato, após pouco mais de três meses de juntos. 

"Foi surpreendente, nunca imaginei ser pedido em namoro em rede nacional, foi uma loucura, mas fiquei muito feliz, me emocionei bastante. O mínimo que eu tinha para fazer é dar uma resposta a altura. Eu tinha que pagar algum mico, fazer alguma coisa para essa resposta chegar a ela", afirmou o engenheiro. 

O "sim" foi dito por meio de um cartaz que ele expôs aos participantes da Casa de Vidro, que confinou quatro competidores por uma semana em um shopping do Rio de Janeiro. "A informação conseguiu chegar e na hora certa", recorda ele, ao se referir ao momento de decepção e dúvida de Manu após a eliminação de Petrix. 

"Ninguém entendeu o que aconteceu, porque eles não têm a leitura de lá, um monte de coisa eles não sabem, você fica completamente inseguro, você pensa 'será que tudo em que eu acredito é ao contrário do que esse país pensa?'", avalia o pai da artista. "Ultimamente, no país, o pensamento vigente é de truculência, violência, desrespeito. E a Manu é totalmente ao contrário, foi muito difícil assistir a isso." 

ANTES E DEPOIS NO INSTAGRAM

PIPOCA

Felipe: 1.527 - 172 mil

Flayslane: 86 mil - 750 mil

Guilherme: 18 mil - 824 mil

Gizelly: 20.079 - 773 mil

Lucas: 1.934 - 194 mil

Marcela: 26,5 mil - 3,3 mi

Thelma: 1.132 - 519 mil

Victor: 1.296 - 175 mil


CAMAROTE

Babu: 23 mil - 962 mil

Bianca: 8,2 mi - 9,1 mi

Gabriela: 1,1 mi - 2,6 mi

Manuela: 4,4 mi - 7,6 mi

Mariana: 3,2 mi - 4,7 mi

Pyong: 2,3 mi - 5,3 mi

Rafaela: 3 mi - 4,6 mi

*Fonte: Gshow e Instagram (atualizado em 12.fev.2020)


INDO PARA UM RETIRO ESPIRITUAL

A entrada de famosos na "casa mais vigiada do Brasil", como afirma o slogan do BBB, mudou um pouco a forma como seus participantes se comunicam com o mundo exterior. Se antes o contato era zero, agora os competidores que foram convidados tiveram a oportunidade de deixar mensagens e brincar com os fãs. 

Quem acompanha as redes sociais de Manu Gavassi tem acompanhado uma sequência de vídeos desde a estreia do programa, em que ela brinca com a ideia de que está na verdade em um retiro espiritual. Neles, ela já afirmou ter fobia social, brincou com clichês do programa e até lançou um clipe novo, da música "Áudio de Desculpas". 

Apesar disso, o pai da artista diz que a decisão de entrar no programa não foi fácil: "Tudo teve que ser conversado, ela teve que entender como seria. Mas Manu tentou se preparar internamente: estar calma, ciente da decisão, ciente do que poderia vir e, principalmente, ciente de que não tem como manter um personagem lá." 

E Manu, de fato, mostrou em alguns momentos estar bem preparada para o tal "retiro espiritual". Passada a cara de deslocada daquele primeiro dia no gramado, hoje ela pouco se abala com os jogos do programa e até alerta os colegas: "gente, isso é um jogo, tem roteiristas fazendo com que a gente se desestabilize, por que senão não tem trama." 

Se o primeiro vídeo de Manu nas redes sociais após o confinamento questionava "Quem é Manu Gavassi?", hoje todo mundo já tem uma ideia. E ao contrário do que ela previa, seus fãs não a acham louca e seus colegas famosos provavelmente não excluíram seu telefone. Na verdade, fazem parte de uma legião de fãs.

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    SÃO CARLOS, SP (FOLHAPRESS) - Dois estudos feitos com macacos trazem dados animadores sobre uma possível vacina contra o vírus causador da Covid-19, embora também mostrem que não é simples produzir uma imunidade completa contra a doença. Pesquisadores da Universidade Harvard (EUA) mostraram que, após uma primeira infecção pelo Sars-CoV-2, o organismo dos primatas conseguiu ficar protegido do vírus, ao menos no curto prazo. A mesma equipe, ao testar uma vacina feita com DNA nos animais, verificou que a imunização é capaz de criar uma barreira contra o patógeno, mas mesmo os macacos vacinados ainda demoram um pouco para derrotar totalmente o vírus. Os resultados, que saíram na revista especializada Science, vêm de dois trabalhos coordenados por Dan Barouch, do Centro de Virologia e Pesquisa de Vacinas da Escola Médica de Harvard. Ao infectar suas cobaias com a forma natural do vírus, Barouch e companhia conseguiram observar o que acontece com as defesas do organismo conforme a doença progride e, assim, tentaram reproduzir partes desse processo com a ajuda da vacina. Para isso, os cientistas trabalharam com macacos-resos (Macaca mulatta), um primata asiático muito usado em pesquisas biomédicas. Uma das vantagens dos estudos com a espécie é que a "fechadura" das células dos macacos usada pelo Sars-CoV-2 para invadir o organismo é muito semelhante à que existe nas células humanas. Por outro lado, os sintomas nos animais costumam ser mais amenos: os primatas ficam abatidos e perdem o apetite, mas não têm febre nem falta de ar. Um grupo de nove macacos-resos saudáveis recebeu 1 ml de solução contendo vírus, em diferentes concentrações, na cavidade nasal e na traqueia. De início, os pesquisadores detectaram a presença de material genético viral nas vias respiratórias dos bichos, com uma "assinatura" típica que indicava a produção de novos vírus no organismo dos macacos. Alguns dos animais, sacrificados e submetidos a exame, tinham sinais de pneumonia em seus pulmões. Com a passar das semanas, o corpo das cobaias se pôs a produzir anticorpos capazes de se ligar ao Sars-CoV-2 e de neutralizá-lo (ou seja, impedir que o vírus entre nas células). Também desenvolveram a chamada imunidade celular - ou seja, células específicas de seu sistema de defesa armazenaram "memórias" do ataque viral, tornando-se capazes de atacar o coronavírus. Um mês e cinco dias após a infecção inicial, os bichos receberam uma dose viral idêntica à anterior. Resultado: pouquíssimo material genético do vírus nas amostras oriundas dos animais e quase nenhum sintoma de infecção. Além disso, os níveis de anticorpos contra o Sars-CoV-2 aumentaram rapidamente no organismo dos macacos-resos, sinal de que o corpo "se lembrava" com precisão de como derrotar o invasor. O grupo de Harvard usou os conhecimentos obtidos com essa análise para testar a eficácia de seis formas diferentes da vacina de DNA que estão desenvolvendo (veja infográfico). Todas elas se baseiam na receita genética para a produção da proteína S, a "chave" usada pelo vírus para invadir as células. A ideia é que o material genético de origem viral, inserido nas células, leve à produção da proteína S dentro delas. O organismo, então, reconhecerá que a molécula de origem viral é um corpo estranho e iniciará a produção de anticorpos e outras defesas especificamente projetadas contra ela. Assim, o corpo estará preparado caso entre em contato com o vírus completo. As diferentes formulações da vacina incluíam tanto a receita completa da proteína quanto formas "resumidas" ou ligeiramente alteradas dela. Os testes, feitos com 25 primatas, mostraram que os melhores resultados vêm com o uso do DNA correspondente à totalidade da proteína S, com produção considerável de anticorpos neutralizadores e também de imunidade celular. Quando os macacos vacinados receberam doses do vírus real em suas narinas e traqueias, todos apresentaram menos material genético do Sars-CoV-2 no organismo do que os macacos que serviram como controle (não vacinados que também foram inoculados com o vírus). Dos 25, oito macacos-resos não apresentaram nenhum material genético característico dos vírus que estão se reproduzindo -ou seja, o vírus detectado em seu organismo era apenas o da inoculação. Nenhum dos animais apresentou sintomas consideráveis. Para os pesquisadores, os resultados indicam que a vacina, embora confira proteção considerável, ainda não é capaz de produzir a chamada imunidade esterilizante, que impede totalmente a entrada do vírus no organismo. Em vez disso, ela permitiu que os animais vacinados controlassem rapidamente a infecção no início. Ainda fica no ar outra dúvida: a duração dessa imunidade. Provavelmente só será possível estimar isso com a passagem dos meses e anos -pelo que se sabe acerca de outros tipos de coronavírus, a proteção contra novas infecções tenderia a durar de um a dois anos.

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