Marco Gonçalves diz que parceira incorporou o espírito de sua avó na hora do sexo

Marco Gonçalves, ator e roteirista do "Lady night" (Multishow), relatou no "Que história é essa, Porchat?" que viveu uma situação inusitada durante momentos íntimos com uma parceira. Enquanto o casal estava abraçado sem roupa, ele notou que a mulher tinha incorporado um espírito:

— Ela foi respirando meio forte, as mãos foram dobrando, ficando assim (o humorista põe os dedos para dentro, no vídeo). As mãos foram ficando assim, maluco. Sabe quando você vai dando uma aconchegada...? E ela falou comigo assim: "Tem uma senhora no meu rosto". Eu pensei: está doidona. Mas quem tem algum axé vai saber do que eu estou falando. Porque eu tenho um axezinho aqui. Quem tem uma experiência com o kardecismo ou com centro de umbanda, quando se aproxima uma entidade, tem uma premissa binária: ou você vai ser ajudado ou vai ajudar. Aquele encontro, para quem tem alguma fé, para quem tem mediunidade, você vai ter que prestar um serviço. Já fui muito a centro de umbanda, candomblé... — iniciou o ator.

Marco lembrou que comportamento teve ao notar o que estava acontecendo:

— Eu dei aquela abraçada... E ela estava assim (ele faz expressão com rosto e mãos contraídos). Eu fui abraçando e falando: "Olha, isso não é ambiente para você conseguir a ajuda que você precisa. Esse aqui não é ambiente... Você precisa ir para um lugar de cura. Você deve estar passando por algum tormento". E ela fazia assim: "Tem uma senhora no meu rosto". E aí, o membro, que estava em (posição de) "sentido", foi ficando al dente. Foi batendo o sol, assim. Eu pensei... Eu estava certo de que estava prestando ali um auxílio espiritual. Já tinha mudado a parada.

Marco lembra que a parceira, então, soltou frases misteriosas:

— De repente, ela falou assim: "Enquanto você tiver medo de mim, eu não consigo te ajudar". Falou com a voz dela. Mas meio assim (com o corpo contraído). Aí eu realmente pensei: "Eu preciso de ajuda. Não estou aqui para dar a ajuda". Aí, de repente, ela fala assim: "Está com medo de mim?" E eu falei: "Claro". Eu falei: "Tô com medo". E ela: "Não fica, Toninho". Então, meu nome é Marco Antônio. Ela me conhecia. Ela disse: "Não fica com medo de mim, Toninho". Aí eu fiquei parado e comecei a chorar. A única pessoa na minha vida que me chamou de Toninho foi a falecida mãe da minha mãe. Eu estava pelado, com o membro al dente, com o espírito da minha avó (faz gesto de aspas com as mãos).

'Eu a vi desabrochar e tomar seu tamanho': Marco Gonçalves fala da amizade com Tatá Werneck

Entrevista: Marco Gonçalves fala do 'Lady night' e do sucesso após frustrações

O convidado de Fábio Porchat finalizou a história dizendo o que sentiu:

— Foi muito doido porque começou a acontecer isso e aí eu pensei: "Bom... Vó?" E minha avó morreu com artrose nas mãos. E tinha uma coisa muito curiosa. Meus irmãos tinham medo das mãos da minha avó. Eu era mais cara de pau, pegava creme hidratante e ficava... Uma coisa quase ingênua de pensar que se eu ficasse fazendo massagem os dedos iam para o lugar. Minha avó gostava porque eu era o neto que não tinha medo das mãos dela. Então, ela começou a dizer coisas muito.... Ai, meu Deus, vou chorar. Minha mãe é Mãe de Santo. Ela não trabalha em terreiro, trabalha em casa. Sempre que eu vou a um terreiro, perguntam: "Sua mãe está viva?". E eu falo: "Está. Mas ela trabalha onde vocês trabalham aí". A coisa da espiritualidade é muito forte. Começou a rolar essa parada e minha avó começou a falar assim: "Você precisa ajudar a sua mãe, ela está muito cansada. Ela está trabalhando no plano espiritual muito intensamente. Você precisa ajudá-la". Eu comecei a dizer: "Claro, claro, claro. Mas o que eu faço?" E ela: "Acende uma vela para ela". E eu pensei: "Tá. Parece pouco, mas ok, estava tentando entender aquilo". E eu comecei a dizer: "Vó, onde você está?" Aí ela, aí começa uma coisa poética: "Estou numa mata, muito bonita, muito verde..." Aí eu falei: "Vó, mas como é desse lado? O que tem desse lado?" Aí ela foi saindo... De repente, a moça foi saindo daquele estado. E ela veio para o sexo. Eu já tinha desatarraxado o membro, colocado na gaveta. Eu não estava mais usando (...) Aí a gente teve essa experiência, muito doida. Eu transei com ela. Ela não sabia de nada.