Maria Bethânia e João Carlos Martins farão show de reabertura do novo Metropolitan; veja outros nomes confirmados

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Palco de shows marcantes na cidade, sobretudo na década 1990, o Metropolitan — que funcionou de 2017 até outubro do ano passado batizado de Km de Vantagens Hall — já tem data para reabrir, sob nova administração. Marcado para 15 de janeiro do ano que vem, o show "De Beethoven a Bethânia", com o maestro João Carlos Martins e com a cantora Maria Bethânia, juntos, inaugura a nova fase do espaço, que vai se chamar Qualystage e tem como sócios Alexandre Accioly, Dody Sirena e Bernardo Amaral.

Com capacidade para 9,5 mil pessoas em pé ou 3,5 mil sentadas, o Qualystage está passando por uma reforma que inclui a construção de um estúdio de 100 metros quadrados atrás do palco, entre outras melhorias e adaptações. Segundo Bernardo Amaral, que é filho do empresário Ricardo Amaral, fundador do Metropolitan, a casa também receberá eventos de E-Sports.

— A gente encontrou a casa com a mesma estrutura do projeto inicial de 1994, muito bem conservada, mas necessitando de uma modernização. A estrutura estava intacta, então investimos nessa modernização que passa pelo sistema de palco, camarins, entradas do público, alem do estúdio que poderá receber uma série de transmissões — diz o empresário.

Além do show de abertura do novo espaço, outros nomes já estão confirmados na programação para o ano que vem. Elba Ramalho e Padre Fábio de Melo, juntos no show "Concerto da amizade", e Lulu Santos também se apresentam em janeiro. Martinho da Vila vai comemorar seu aniversário de 84 anos por lá em fevereiro, mês que também terá shows de Mundo Bita e Jorge Vercillo. Em março, nomes do sertanejo como Jorge e Matheus, Chitãozinho e Xororó, Zezé di Camargo e Luciano e Zé Neto e Cristiano estão na agenda. Depois, Paralamas do Sucesso, Nando Reis, Zé Ramalho, Glória Groove, Preta Gil e Wesley Safadão são outros nomes confirmados.

Bernardo Amaral, que foi diretor do Metropolitan entre 1994 e 2001, lembra saudoso de algumas noites inesquecíveis no lugar:

— O grande estouro na época era a música baiana, o axé, foi um grande sucesso nos três primeiros anos da casa. Além disso, quando abrimos, veio o Plano Real e o dólar estava equiparado ao real. Isso propiciou a vinda de uma série de artistas internacionais, como Pavarotti, Diana Ross, B. B. King, Donna Summer, entre outros. Entre os nacionais, me marcaram o último da Legião Urbana no Rio, em 1994, as temporadas do Roberto Carlos, que é o artista que mais fez show na casa, o Tim Maia, que também foi inesquecível, além da banda Charlie Brown Jr., já no final dos anos 1990. Eu prometi ao Chorão que faria uma pista de skate do lado do palco pra que eles viessem, e fiz, foi uma loucura. O Jô Soares também fez 24 show seguidos com sold out em 1997, era só ele no palco, com abertura do sexteto — lembra.

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