Marido de Paulo Gustavo, Thales Bretas fala sobre os filhos e a falta do ator: "Ausência avassaladora"

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Resumo da notícia

  • Paulo Gustavo morreu por complicações da Covid-19 em 4 de maio

  • Thales Bretas, marido do ator, conta como está sendo lidar com esta perda

  • O casal tinha dois filhos, Romeu e Gael, de quase 2 anos

Viúvo de Paulo Gustavo, Thales Bretas tem encarado o difícil luto desde a partida do marido. Acostumado à intensidade do ator, de 42 anos, que preenchia a casa onde viviam, o médico sente a dor e a saudade do artista, que morreu na última terça-feira, em decorrência de complicações da Covid-19. “Essa ausência é avassaladora. Um silêncio que não fazia parte da minha vida há sete anos”, disse Thales, em entrevista ao “Fantástico”.

Paulo e Thales se casaram em 2015, e os dois tiveram dois filhos, Romeu e Gael, que vão completar 2 anos no mês de agosto. Segundo o médico, formar uma família era o “maior sonho” da vida dos dois. Projeto que conseguiram concretizar. “São os frutos do nosso amor que eu vou levar para sempre. Vou amar por nós dois. Eu sei que, de onde ele estiver, ele vai estar amando os dois também e orientando. Como eu queria que Paulo me ajudasse a educar na forma dele, passar os valores que ele tem! Ele foi uma das pessoas mais íntegras que eu conheci na minha vida. Uma das mais generosas, amorosas e protetoras”, desabafou Thales.

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Mesmo ainda novinhos, Romeu e Gael perguntam por Paulo Gustavo. “De vez em quando eles ainda falam. Agora, estou tentando explicar, quando consigo, que o papai Paulo não está mais dodói e virou uma estrelinha que está olhando lá de cima pra gente”, acrescentou.

O casal se conheceu depois que o médico se mudou para o Rio, vindo de Minas Gerais. Eles tinham um amigo em comum e, após alguns encontros, se apaixonaram. “Um encontro de almas”, como Thales define. As diferenças de personalidade entre os dois, conforme o médico ressalta, se somaram e se multiplicaram, “porque a gente já queria ter filhos”.

Thales recorda, ainda, que o dia do casamento com Paulo foi o mais feliz de sua vida. Tanto pelo que sentiram na ocasião, quanto pelo que a cerimônia representou para a sociedade: “Sentia a necessidade de mostrar que a gente pode ser aceito e ser amado como a gente é”, disse ele, na entrevista.