Marielle pode ter sido alvo de escuta, diz jornal

jose lucena/Futura Press

A polícia investiga a existência de uma escuta clandestina no gabinete da vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada em março deste ano. Segundo o jornal O Globo, investigadores que trabalham no caso levantam a possibilidade de sua morte ter sido planejada desde o ano passado.

Assessores da vereadora já haviam notado que o teto da sala foi trocado após o recesso de fim de ano. A suspeita é de que o grampo tenha sido retirado no período em que o prédio ficou fora de funcionamento.

Imagens do circuito interno da Câmara Municipal mostram que um homem havia escalado o prédio em fevereiro. Um mês antes do ataque, o vereador Tarcísio Motta (PSOL) teve negado um pedido de verificação nos gabinetes.

Encarregado de solucionar o caso, o Delegacia de Homicídios da Capital (DH) ainda trabalha com muitas incertezas. O que se sabe, até o momento, é que o carro onde Marielle se encontrava foi vítima de emboscada.