Marina propõe criação de agência para monitorar emissão de gases de efeito estufa

*** FOTO DE ARQUIVO *** SÃO PAULO, SP, 15.08.2022 - Entrevista com Marina Silva (Rede), que já foi senadora (1995-2011), ministra do Meio

Ambiente do Brasil (2003-2008) e candidata à Presidência nas últimas três eleições. Hoje é candidata a deputada federal por São Paulo. (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)
*** FOTO DE ARQUIVO *** SÃO PAULO, SP, 15.08.2022 - Entrevista com Marina Silva (Rede), que já foi senadora (1995-2011), ministra do Meio Ambiente do Brasil (2003-2008) e candidata à Presidência nas últimas três eleições. Hoje é candidata a deputada federal por São Paulo. (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Candidata a deputada federal em São Paulo, a ex-ministra Marina Silva (Rede) apresenta como uma de suas principais bandeiras de campanha a criação de uma agência estatal para monitorar metas de redução de emissão de gases causadores do efeito estufa.

O modelo para essa instância, afirma ela, seria a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear, criada no ano passado pelo Congresso, que é responsável por acompanhar todas as questões relativas à área, da concessão de licenças para projetos à destinação de resíduos tóxicos.

"Existe uma agência socioambiental perdida, que precisa ser priorizada pelo próximo governo. A dramaticidade da questão climática nesse momento é ainda maior do que no período em que eu fui ministra", diz Marina, que ocupou a pasta do Meio Ambiente entre 2003 e 2009, nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Para viabilizar a aprovação da agência e outros projetos relacionados à transição energética, defensores desta pauta apostam suas fichas na eleição de uma "bancada do clima".

Um dos representantes na atual campanha é o físico Ricardo Galvão, ex-diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que também concorre a mandato de deputado federal pela Rede em São Paulo.