Marina Sena adia show em SP e RJ em meio a surtos de Covid e influenza

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A cantora de 24 anos já é hit. Foto: Divulgação
A cantora de 24 anos já é hit. Foto: Divulgação

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A cantora Marina Sena cancelou nesta quinta-feira (6) as apresentações que faria na casa de shows Cine Joia, em São Paulo, no fim de semana. A decisão foi tomada em meio ao aumento de casos de coronavírus causados pela variante ômicron e à epidemia de influenza. 

Novas datas devem ser anunciadas pela produção de Marina ainda nesta quinta. Tanto a apresentação prevista para sábado (8) quanto o show extra marcado para domingo (9) estavam com seus ingressos esgotados. 

A mineira de 24 anos despontou como novo nome da música nacional com o álbum solo de estreia "De Primeira", anunciado em primeira mão pela coluna no ano passado. Produzido por Iuri Rio Branco e distribuído pela Altafonte, o disco traz dez faixas que misturam pop com referências da música brasileira. 

Seu hit "Por Supuesto" soma mais de 43,8 milhões de reproduções no Spotify, plataforma em que chegou a figurar entre os artistas mais ouvidos de 2021. 

"Não imaginava que a fama viria tão rápido", disse Marina em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, em agosto do ano passado. "Estou começando a bombar e a perceber que sonhar é realmente bom demais."​

Como seu sucesso se deu em meio à pandemia de Covid-19, a cantora iniciou sua turnê por palcos de todo o país apenas no final de 2021 —e tão logo já teve que interrompê-la. 

A crescente de casos de Covid-19 e de influenza após as festas de fim de ano também levou ao cancelamento do Carnaval de rua na cidade de São Paulo nesta quinta. 

A gestão Ricardo Nunes (MDB) desistiu de fazer o evento no autódromo de Interlagos ou em qualquer lugar fechado, como havia sido cogitado, após recomendação da Vigilância Sanitária. 

O cancelamento do Carnaval de rua já foi decidido em outras cidades como Rio de Janeiro, Olinda e Salvador. A lista de municípios que tiraram a folia da agenda chega a pelo menos 58 no interior paulista, litoral e Grande São Paulo. 

Como mostrou a coluna do jornal, os casos de Covid explodiram em hospitais privados da cidade de São Paulo nos primeiros dias de janeiro. 

O hospital HCor registrou na terça (4) o maior volume de atendimentos no pronto-socorro de sua história. De 388 pacientes que buscaram ajuda, 252 tinham quadro de síndrome gripal. 

O perfil epidemiológico dos casos se inverteu: se em 22 de dezembro o vírus influenza H3N2 era responsável por cerca de 40% do atendimento, enquanto a Covid-19 se mantinha abaixo dos 10%, nos últimos dois dias o índice de infectados pelo coronavírus chegou a 43%. 

O quadro alarmante se repete em outros hospitais privados da capital paulista —assim como a predominância do coronavírus sobre o vírus influenza.

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