Marina Sena, FBC, Nattan, Bryan Behr e mais: dez apostas musicais para 2022

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Dê um tempo em suas playlists e abra espaço para novas vozes. O EXTRA selecionou dez nomes, do pop ao funk, do rap ao piseiro, que não devem sair dos seus ouvidos em 2022.

Além do faro de nossa equipe, sempre atenta ao que está na boca do povo e ao que faz a galera dançar, há também artistas apontados pela crítica especializada. A mineira Marina Sena, por exemplo, mal começou a carreira solo e abocanhou três estatuetas no Prêmio Multishow. Alguém duvida que ela veio para ficar?

Há ainda o surgimento de novos movimentos musicais, com vários artistas emergindo. O trap-funk fluminense é um deles, atualizado ao falar de ostentação. O lema é o “favelado chique”, presente nos versos de MD Chefe.

Como ninguém faz sucesso sozinho, a seleção também leva em consideração as parcerias que alguns deles têm feito, quem andou viralizando na web mas mostra que não vai ter um hit só, além, é claro, das principais apostas das gravadoras para o ano.

Uma coisa é certa: talento e originalidade todos têm de sobra. No extra.globo.com, você encontra uma amostra dos hits. Aumente o volume e escolha a trilha sonora que mais se encaixa com o seu perfil!

Marina Sena

Vencedora do Prêmio Multishow como Artista Revelação e dona de outras duas estatuetas (Experimente e Capa do ano), a mineira de Taiobeiras conquistou a crítica e o público com “De primeira”, seu álbum de estreia. Com 24 anos, Marina tem voz única, suingue, é divertida e esbanja autoestima nas entrevistas. O single “Por supuesto” foi hit no TikTok, atingiu o topo da playlist viral mundial do Spotify e já acumula milhares de reproduções. A artista já até experimentou o lado ruim da fama: o ataque dos haters. Só quem está em evidência incomoda, né?

Jovem Dionísio

A banda de pop rock curitibana foi impulsionada ainda em 2020, após o badalado DJ Vintage Culture fazer um remix da música “Ponto de exclamação”. Depois, o grupo garantiu feats bem sucedidos com Os Gilsons e Anavitória. São os novos representantes da vertente good vibes. Difícil não relaxar e esboçar bons sorrisos com o som dos caras.

Dom Vittor e Gustavo

Um gaúcho, ex-‘‘The voice kids”, e um goiano se juntaram em 2020 sob as bênçãos de Marília Mendonça para se tornarem novas promessas do sertanejo. A artista, além de quase empresária, era irmã de Gustavo. Juntos, gravaram “Calculista”, que infelizmente só foi lançada após a tragédia que vitimou Marília. A relação familiar os colocou nos holofotes, claro, mas não se deixe levar por preconceito. Os garotos são talentosos. O refrão do single gruda. “Calculiiiista demais”.

Nattan

Apadrinhado por ninguém menos que Xand Avião, o cearense de Sobral já acumula parcerias com grandes nomes do forró e do piseiro, como Raí Saia Rodada e Zé Vaqueiro. Este ano, sairá em turnê com todos eles. Com apenas 21 anos, o cantor exala carisma e confiança. Já criou o seu bordão, próprio do gênero, e sabe entreter o público.

MD Chefe

A voz grave, cadenciada e sensual fez o carioca, de 21 anos, sair da comunidade do Fallet-Fogueteiro para dominar a vertente do trap ostentação. “Rei da Lacoste” já tem 59 milhões de views no Youtube com apenas cinco meses de lançamento. A grife, após críticas, até o inseriu em campanha voltada para os brasileiros.

Tasha e Tracie

Irmãs gêmeas, do signo de gêmeos e com 26 anos, as rappers paulistanas já se definem como “mulheres pretas independentes de favela”. Empoderadas, cantam sobre de onde vêm, falam de dinheiro, criticam o machismo e não se intimidam ao cantar sobre sexo. O primeiro álbum, “Diretoria”, foi indicado ao prêmio MTV Miaw no ano passado. Não levaram o troféu, mas celebraram só por ter o nome ao lado de grandes ídolos.

FBC

“Se tá solteira, vamos ficar de casal”, versos do funkeiro Fabrício Soares, o FBC, já são um verdadeiro hit no TikTok como trilha de vídeos diversos (tem até de maquiagem). E essa é só uma mostra do que o mineiro de 32 anos, de BH, é capaz. O álbum mais recente, “Baile”, traz aquela sensação boa dos bailes funk dos anos 1990, com passinho e batidas dançantes.

Bryan Behr

O catarinense, de 24 anos, tem composições (próprias!) sensíveis e melodias suaves. É pop romântico e alegrinho. Com apenas dois anos de carreira, já tem quatro EPs e um álbum de estúdio, que também ganhou formato voz e violão. Em novembro, lançou um feat internacional, com Calum Scott, vencedor do “Britain’s got talent”.

Jecy

De Duque de Caxias, Jecy (a pronúncia é inglesada, “Diéci”), de 26 anos, já viu suas composições gravadas por Ferrugem, mas, agora, quer dar o próprio rosto para seus pagodes. O visual, inclusive, é marcante. E a voz doce, cheia de romantismo que o gênero pede, é boa surpresa. O primeiro single, “Jogo de aposta”, já tem 1,1 milhão de views no Youtube.

Badsista

DJ e produtora experiente (passou pelas mãos dela o último álbum de Linn da Quebrada), a cantora, de 28 anos, de Itaquera, Zona Leste paulistana, mistura batidas de house e tecno com linguagem rasgada e bem humorada (ouça “A braba do jaca”), pronta para dominar as pistas mais alternativas.

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