Marinha diz que há 'baixa probabilidade' de óleo alcançar praias ao sul de Cabo Frio

Oficiais da Marinha fiscalizam a Praia de Grussaí, em São João da Barra, região norte fluminense, onde o óleo chegou há uma semana

RIO — O Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA) formado por Marinha, Agência Nacional do Petróleo e Ibama para acompanhar o derrame de óleo no litoral brasileiro afirmou em nota, na manhã desta quinta-feira (28), que o produto que contamina as praias do Nordeste, Espírito Santo e Rio de Janeiro não deve continuar se expandido rumo ao Sul.

Segundo o GAA, um de seus grupos de trabalho, formado por pesquisadores e cientistas de todo o país, "analisou a dinâmica das correntes oceânicas e a agitação marírima predominantes ao sul do Cabo de São Tomé-RJ e concluiu como baixa a probabilidade de resíduos de óleo alcançarem as praias ao sul de Cabo Frio".

"Como referência, o GT-1 (grupo de trabalho) observou as quantidades decrescentes de resíduos de óleo nas praias brasileiras, a baixa quantidade de material que atingiu a região Sudeste e o comportamento das correntes na superfície e subsuperfície marítima", diz a nota do GAA.